Você vai sentir a brisa do Atlântico enquanto navega pela costa de Madeira, parando para nadar e fazer snorkel sob as falésias impressionantes do Calhau da Lapa. Aproveite um almoço caseiro e bebidas à vontade no deck enquanto o guia local conta histórias da vida nessas praias. São os pequenos momentos—o café fresco depois do banho ou as risadas na sobremesa—que fazem esse passeio de meio dia ficar guardado na memória.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel está incluído no passeio.
Um almoço em buffet com frango, porco, atum, arroz, batatas, salada, sobremesa e café é servido a bordo.
Sim, há uma parada no Calhau da Lapa para nadar e fazer snorkel com equipamentos fornecidos.
Sim, bebidas alcoólicas ilimitadas, refrigerantes, água mineral, café e chá estão incluídos durante todo o passeio.
O passeio dura meio dia, com saída do porto do Funchal.
Sim, bebês e crianças pequenas podem participar; carrinhos de bebê são permitidos a bordo.
Sim, o barco possui banheiro para uso dos passageiros.
Não, máscaras e snorkels são fornecidos durante o passeio.
Seu dia inclui transporte de ida e volta do hotel em Funchal ou regiões próximas, todas as bebidas (vinho, cerveja, refrigerantes), água mineral durante o passeio, uso do equipamento de snorkel no Calhau da Lapa para paradas de nado sob falésias impressionantes, almoço buffet caseiro com pratos locais frescos, sobremesa e café a bordo antes do retorno confortável ao hotel.
A primeira coisa que percebi foi como o ar do mar aqui era diferente—um pouco mais fresco e salgado, mas nada gelado. Mal saímos do porto do Funchal e a nossa guia, Joana, já apontava aquelas vilas pequeninas escondidas nas falésias. Ela falava alternando entre inglês e português para todo mundo entender as histórias—e às vezes ria das próprias piadas. Achei um cantinho na sombra, estiquei as pernas e fiquei só ouvindo o barulho da água batendo no barco. Alguém me entregou uma taça de vinho branco antes mesmo de eu perceber que queria uma.
Quando chegamos perto do Calhau da Lapa, tudo ficou silencioso por um instante, só se ouvia o som das gaivotas e aquele rangido estranho que o barco faz quando desacelera. As falésias aqui são impressionantes—quase verticais, com manchas de pedra laranja. Experimentei fazer snorkel (máscara incluída), mas passei a maior parte do tempo flutuando e olhando para aquelas paredes de pedra. A água é tão cristalina que dá para ver os dedos dos pés e os peixinhos nadando para todo lado. Na volta para o barco, usamos um chuveirinho para tirar o sal; não é nada chique, mas foi uma delícia depois de tanto mar.
O almoço superou minhas expectativas para um buffet de barco—frango e atum feitos em casa, batatas ainda quentinhas, salada que realmente parecia fresca. A Joana serviu mais vinho e contou como os pescadores costumavam se esconder das tempestades nessas enseadas. A sobremesa veio por último (um bolo bem macio), junto com um café com cheiro forte que acordava até quem já estava quase dormindo no sol. No caminho de volta, o pessoal ficou mais quieto—apenas olhando a costa passar, com o cabelo bagunçado pelo vento e o sal do mar. Até hoje lembro daquela vista quando fecho os olhos em casa.

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