Você vai provar Ginjinha em Óbidos, passear pelos barcos coloridos de Aveiro, sentir o silêncio no santuário de Fátima e explorar as ruas estudantis de Coimbra—tudo com busca no hotel e um motorista local que conhece cada atalho (e parada para petisco) entre Lisboa e Porto.
Sua viagem inclui busca e desembarque porta a porta em Lisboa e Porto, transporte privado em veículo com ar-condicionado e água mineral durante todo o trajeto. Seu motorista que fala inglês cuida de toda a logística para você relaxar entre as paradas—sem pressa ou horários rígidos—e aproveitar cada centro histórico no seu ritmo antes de seguir para o norte.
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Lisboa a Porto: Transfer Privado com Paradas em Aveiro, Fátima e ÓbidosVocê está aqui★ 4.79 (76)3h–8h€ 180
Faro - Algarve: Transfer Privado e Receptivo RápidoTransfer do aeroporto de Faro para hotéis no Algarve. Preço fixo por pessoa, recepção na chegada, cadeirinha para bebê disponível. Atende Albufeira, Lagos e região.★ 4.98 (325)3h–7h€ 80Ver ›
Lisboa a Sevilha: Transfer Privado com Parada para PasseioDe Lisboa a Sevilha com motorista particular, parada de 2 horas para conhecer Évora ou uma vinícola, com busca no hotel incluída. Reserve já.★ 5.00 (11)7h€ 355Ver › A primeira coisa que lembro é do sabor da Ginjinha em Óbidos. É um licor de cereja servido numa mini taça de chocolate—doce, levemente forte e que some rápido. Nosso motorista João entregou com um sorriso, como se soubesse que eu nunca tinha provado. O calçamento de pedra sob meus pés era irregular, quase como se a cidade quisesse que a gente desacelerasse e admirasse aquelas casas caiadas de branco com detalhes em azul. Não esperava começar o dia com chocolate e licor antes do meio-dia, mas Portugal tem seu jeito único.
Saímos cedo de Lisboa (mal terminei meu café), mas a van estava fresca e silenciosa. João falava inglês melhor que eu às vezes—ele apontava detalhes que eu teria perdido: os pescadores ainda remendando redes à mão perto de Nazaré, ou como a luz muda na água em Aveiro. O cheiro de sal no ar perto da praia era forte; fiquei ali um tempo só olhando as ondas que me faziam sentir pequeno. Em Fátima, as pessoas se moviam em silêncio entre velas e pedras—o silêncio ali é diferente de qualquer igreja que conheço.
A universidade de Coimbra fica no alto, dominando tudo ao redor; dava para ouvir estudantes rindo atrás das paredes antigas. Em Aveiro, João brincou com minha pronúncia (tentei falar “moliceiro” e ele só balançou a cabeça). Andamos pelos canais coloridos—comprei ovos moles numa padaria que cheirava a açúcar e gema. O dia todo virou uma coleção desses pequenos momentos: sol batendo nos telhados de azulejo, uma senhora acenando da janela, João cantando fado no rádio enquanto finalmente chegávamos a Porto. Ainda penso naquele trecho entre as cidades—o tempo para simplesmente observar Portugal passar pela janela.
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