Você vai navegar de catamarã de Fajardo até a Ilha Icacos para fazer snorkel em recifes cheios de peixes tropicais—e, se tiver paciência, pode até alimentá-los na mão. Aproveite o almoço a bordo com novos amigos antes de relaxar na areia branca ou nadar na água cristalina do Caribe. Risadas da tripulação e uma brisa salgada que fica com você mesmo depois do passeio.
A viagem de Fajardo até a Ilha Icacos leva cerca de 40 a 50 minutos em cada trecho.
Sim, o almoço está incluído, assim como lanches e água mineral durante o passeio.
Não, cada passageiro recebe um snorkel novo fornecido pela equipe para usar na Ilha Icacos.
Sim, crianças são bem-vindas, mas devem estar sempre acompanhadas por um adulto.
Não, o transporte não está incluído; os passageiros devem se encontrar diretamente no ponto de saída em Fajardo.
Você pode ver peixe-papagaio, peixe-borboleta de quatro olhos, sargento, wrasse e muitos outros nos recifes.
Bebês são permitidos, mas devem ficar no colo de um adulto durante toda a viagem.
Não é recomendado para gestantes devido ao movimento do barco e nível de atividade.
Seu dia inclui navegação em um catamarã moderno de 15 metros, com todos os impostos e taxas incluídos; água mineral fresca; lanches durante o passeio; almoço simples servido a bordo; além de snorkel novo para cada passageiro, para que você não precise compartilhar ou levar o seu.
Vou ser sincero—quase perdi meu chapéu assim que saímos de Fajardo. O vento vindo do mar estava mais forte do que eu esperava, e alguém (valeu, Carlos) gritou “Segura!” quando começamos a acelerar. O catamarã Spread Eagle II parecia enorme, mas ao mesmo tempo aconchegante, com todo mundo meio que segurando suas bolsas e óculos escuros no começo. Eu sentia cheiro de protetor solar, sal do mar—e algo doce vindo dos lanches que já estavam à disposição. A viagem até a Ilha Icacos leva uns 45 minutos, mas não pareceu tão longa. Talvez porque eu ficava hipnotizado vendo a cor da água mudar a cada cinco minutos.
Nosso time—Carlos e Li—deixava tudo leve e divertido. Li distribuiu snorkels novos (sem compartilhar germes aqui) e mostrou uns mapas plastificados dos peixes. Ela riu quando tentei falar “wrasse”—definitivamente arruinei a pronúncia. Quando finalmente ancoramos perto de Icacos, tudo ficou silencioso por um instante, só dava para ouvir as ondas batendo no casco. É aí que você percebe como a água é transparente—parece vidro azul—e dá pra ver a areia se movendo lá embaixo. Entrar na água foi um choque (não de frio, mas de claridade), e de repente tinha peixe-papagaio por toda parte. Alguém trouxe pão e os peixes vieram em enxame nas nossas mãos—até deu uma cócega, juro.
O almoço foi simples, mas caiu super bem depois do mergulho—sanduíches, frutas, batata chips. Comemos ali mesmo no deck, cabelo molhado e dedos salgados, enquanto o Carlos contava histórias de quando cresceu perto dali (“Eu costumava fugir pra cá quando era criança,” ele disse). A Ilha Icacos não tem muita sombra, mas ninguém parecia ligar; todo mundo espalhou toalhas na areia ou ficou flutuando na água rasa. O sol ficou forte no começo da tarde—esqueci de passar protetor nos joelhos (ainda estão descascando). Voltamos com a pele quente do sol e do sal, meio sonolentos, mas felizes.

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