Você vai rodar Bora Bora em um jipe 4x4 pelas colinas vulcânicas, visitar pontos da Segunda Guerra e mirantes locais, almoçar no Lucky House e depois fazer um snorkel ecológico com raias e tubarões na lagoa. Prepare-se para histórias reais, contato puro com a natureza e aquela areia que fica grudada na pele.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel está incluso para todos os participantes.
O almoço é no restaurante Lucky House, já que o Bloody Mary’s está fechado para reformas.
Não, alimentar os animais não é permitido; respeitamos e protegemos a vida marinha durante o passeio.
Recomenda-se levar protetor solar, chapéu, roupa de banho e uma toalha.
A parte de 4x4 dá a volta em Bora Bora com várias paradas; o tempo exato varia conforme o ritmo do grupo.
Este passeio não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas na coluna ou cardiovasculares.
Sim, todo o equipamento necessário para snorkel é fornecido pelos guias.
Não, o Bloody Mary’s está fechado por um ano para reformas; o almoço será no Lucky House.
O dia inclui traslado de ida e volta do hotel em qualquer lugar da ilha ou resorts acessíveis por shuttle, todo o equipamento para snorkel para explorar os jardins de corais com raias e tubarões (sem alimentação), além de um almoço sentado no restaurante Lucky House antes de voltar com o cabelo cheio de sal.
“Vê aquele canhão antigo? Os americanos deixaram para trás — mas a gente guarda as histórias,” disse nosso guia Teva, sorrindo enquanto se inclinava para fora do jipe aberto. Eu ainda piscava, ofuscado pelo sol refletindo na lagoa, com aqueles azuis impossíveis. O vento ali em cima tinha um cheiro meio de folhas molhadas e sal, o que me surpreendeu — sempre achei que ilha tropical só cheirasse doce, mas tem muito mais. Teva parava de vez em quando para mostrar hibiscos selvagens ou contar histórias da avó sobre a Segunda Guerra. Em um mirante, tentei tirar foto, mas acabei só admirando. Câmera nenhuma consegue captar aquela cor direito.
A parte do passeio de 4x4 em Bora Bora parecia um segredo de família — passamos por bunkers antigos e vilarejos pequenos onde as crianças acenavam (uma até fez careta, e Teva riu). O almoço foi no Lucky House, já que o Bloody Mary’s está fechado por enquanto; meu peixe grelhado estava simples, mas perfeito depois de tanto balanço. Teve um momento em que alguém deixou cair o garfo e todo mundo parou — dava para ouvir o ventilador girando e alguém chamando o cachorro em taitiano lá fora. Foi uma sensação estranhamente acolhedora.
Depois do almoço, trocamos as rodas pela água — o barco cortava a lagoa, o sol quente nas costas. Nosso guia de snorkel, Manu, lembrou para não tocar em nada (“Somos visitantes aqui também,” disse ele). Quando um tubarão de ponta preta passou deslizando, esqueci até de respirar pelo snorkel. As raias se moviam como lenços de seda por baixo da gente. Sem alimentar ou fazer truques — só observando eles no jardim de corais. Ainda lembro do silêncio debaixo d’água, mesmo com o coração batendo forte. O dia acabou de volta na areia, com sal nos cabelos e areia entre os dedos. Parece que trouxe um pedacinho de Bora Bora comigo.
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