Você vai navegar fundo pelos fiordes de Musandam num cruzeiro tradicional de dhow saindo de Khasab, avistando golfinhos pelo caminho e parando para snorkel nas Ilhas Telegraph e Seebi. Aproveite um almoço omanense servido a bordo e bastante tempo para relaxar no sol ou na sombra. São esses pequenos momentos — risadas com chá ou alimentando peixes — que ficam na memória muito depois do passeio.
O cruzeiro de dhow em Musandam, Khasab, começa às 10h da manhã.
Sim, o traslado gratuito está incluso dentro de Khasab, Omã.
Sim, todo equipamento de snorkel e coletes salva-vidas estão disponíveis a bordo para os passageiros.
O almoço tradicional omanense inclui frango frito, arroz, salada, pão khubz, homus, frutas e bebidas não alcoólicas.
Sim, crianças podem participar, desde que acompanhadas por um adulto.
Sim, toalhas limpas são disponibilizadas no barco.
Sim, todos os participantes devem levar passaporte original com validade mínima de 3 meses a partir da data do passeio.
Sim, o barco conta com banheiro básico e chuveiro com água fresca.
Seu dia inclui traslado gratuito dentro de Khasab, Omã (mesmo se você chegar de navio de cruzeiro), todo equipamento de snorkel e coletes salva-vidas prontos a bordo, toalhas limpas para as paradas de nado nas Ilhas Telegraph e Seebi, refrigerantes à vontade, café e chá durante o passeio, almoço omanense semi-buffet servido fresco no convés ao meio-dia, além de banheiro e chuveiro básicos para você se refrescar antes de voltar para a terra firme.
“Será que é um golfinho?” alguém sussurrou — e logo todos vimos, cortando a água ao lado do nosso dhow enquanto deixávamos Khasab para trás. Eu já tinha lido sobre os fiordes de Musandam, mas não esperava tanta paz. A água estava lisa como vidro, só o som das ondas e as risadas da tripulação ao fundo. Nosso guia, Ahmed, apontava pequenas vilas de pescadores escondidas nas falésias; ele contou que a maioria das famílias ainda conserta suas redes à mão por aqui. Tentei imaginar como seria viver num lugar onde você conhece cada barco que passa.
A primeira parada foi na Ilha Telegraph — bem menor do que nas fotos. Pulamos para fazer snorkel (o equipamento já estava pronto) e confesso: engoli um pouco de água salgada antes de ajeitar a máscara. Peixes por todos os lados, flashes de azul e amarelo passando perto das minhas pernas. De volta ao convés, alguém me ofereceu um chá omanense doce — cheio de cardamomo, nada do que eu esperava depois do mergulho, mas perfeito de um jeito estranho. O sol estava forte, mas não castigava; uma brisa suave deixava tudo agradável.
O almoço chegou logo depois do meio-dia: frango frito, arroz, pão khubz ainda quentinho vindo de algum lugar abaixo do convés. Ahmed brincou comigo por colocar muito homus num pedaço (“Você já come como um omanense!”). Depois seguimos rumo à Ilha Seebi; alguns cochilaram sob a sombra enquanto outros penduravam os pés na água. Em Seebi nadamos de novo — joguei alguns farelos para os peixes e eles ficaram enlouquecidos. Havia algo na forma como todo mundo relaxou ali, como se tivéssemos combinado deixar as preocupações de lado por um tempo.
Ainda penso naquelas pausas silenciosas entre as paradas — só sentar com o cabelo molhado secando ao vento, vendo as montanhas passarem em silêncio. A viagem terminou no porto de Khasab por volta das 16h. Ninguém queria ir embora; até o Ahmed ficou no convés mais um minuto ou dois antes de se despedir.

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