Você voa até o Glaciar Tasman a 1.300 metros, calça crampons e passa duas horas caminhando pelas formações de gelo com um guia profissional que abre degraus e explica a paisagem. Dois voos panorâmicos de helicóptero cercam a caminhada, e todo o equipamento técnico é fornecido. A atividade exige condicionamento moderado e depende do clima, então é preciso estar pronto para sair no horário ou aceitar outra data.
Este é para você?Reserve se quiser caminhar no glaciar sem precisar de habilidades de montanhismo ou preparo físico extremo — o helicóptero te leva até lá e o guia cuida da parte técnica, tornando possível passar duas horas no gelo em uma manhã ou tarde.
Seu dia inclui dois voos panorâmicos de helicóptero, guia profissional certificado pela NZMGA, crampons ou raquetes de neve, botas de couro de qualidade e meias de lã, arnês se necessário, jaqueta e calça impermeáveis e bastões de caminhada ajustáveis. Você leva suas roupas quentes, óculos de sol, protetor solar, chapéu, luvas e lanches.
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Heli-hike no Glaciar Tasman: Caminhada no Gelo do Aoraki Mount CookVocê está aqui★ 4.90 (94)3hUS$ 554
Mount Cook: Voo de 45 Minutos de Avião Ski e Pouso no Glaciar TasmanSobrevoe os Alpes do Sul em um avião ski de 9 lugares e pouse no maior glaciar da Nova Zelândia. Comentário ao vivo incluso. Mínimo 4 passageiros; chegue 45 minutos antes.★ 4.95 (19)45mUS$ 390Ver › “Você estará pisando em gelo mais velho que muitos países,” disse nosso guia enquanto ajustávamos os crampons, e percebi que ele não estava exagerando. O heli-hike no Glaciar Tasman, no Parque Nacional Aoraki Mount Cook, começa como quase tudo por aqui — com um helicóptero. Você sobrevoa os Alpes do Sul, vendo o glaciar se estender abaixo como um rio congelado, e então aterrissa no próprio gelo. A altitude é de 1.300 metros. O silêncio é total.
Quando você desce, o guia abre degraus no gelo usando técnicas passadas pelos pioneiros das montanhas da Nova Zelândia, e você segue, com os crampons cravando no gelo, aprendendo pelo caminho sobre as formações ao redor — seracs, fendas, o lento movimento do gelo. Não é uma escalada técnica; o nível físico é moderado, nada extremo, por isso pessoas na casa dos 60 anos e famílias com adolescentes fazem essa atividade. Você passa cerca de duas horas no glaciar, explorando as formações de gelo e entendendo por que essa paisagem faz parte da Área de Patrimônio Mundial Te Wāhipounamu da UNESCO. Depois, o helicóptero volta para te buscar, oferecendo uma segunda vista aérea do lugar por onde você acabou de caminhar.
Tudo depende do clima. Se o tempo mudar, você pode remarcar para outra data ou receber reembolso total — não há como adiar o horário do helicóptero, então é preciso estar flexível e pronto para partir quando avisarem. O resto é tudo por conta deles: botas, crampons, raquetes de neve no inverno, arnês se precisar, jaqueta e calça impermeáveis, bastões de caminhada. Você só precisa levar roupas quentes, óculos de sol, chapéu, luvas e lanches. O guia é certificado pela NZMGA (Associação de Guias de Montanha da Nova Zelândia), ou seja, você não está só caminhando no gelo — está com alguém que realmente entende do assunto.
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