Viaje de Christchurch a Queenstown com paradas nas águas azuis do Lago Tekapo, tempo para explorar sob os picos de Mt Cook e uma degustação de salmão fresco no caminho. Grupo pequeno, histórias do guia e paisagens da Nova Zelândia que parecem de outro mundo — com espaço para suas próprias descobertas.
Logo que saímos de Christchurch, percebi como a luz mudava — num instante, as bordas da cidade, no outro, campos verdes sem fim e ovelhas que pareciam saídas de desenho animado de tão fofas. Nosso guia, Matt (com aquele humor seco típico dos neozelandeses), não parava de contar curiosidades — como o motivo da padaria de Geraldine estar sempre cheia às 9 da manhã. Paramos lá para um café e pegar nosso almoço piquenique; o pão de queijo ainda estava quentinho e, sinceramente, queria ter comprado dois. O ar tinha um cheiro de grama cortada misturado com algo doce vindo dos pomares próximos.
O Lago Tekapo surge do nada — um turquesa tão intenso que parece irreal. Todo mundo ficou em silêncio quando chegamos perto da Igreja do Bom Pastor. Eu já tinha visto fotos, mas ali, com o vento puxando minha jaqueta, a sensação era outra. Alguns foram tirar fotos; eu só fiquei encostado na cerca, tentando absorver a imensidão do céu. Matt nos contou sobre as tradições locais de observação das estrelas — dizem que muita gente vem aqui só para ver o céu noturno brilhar. Não esperava que essa parte fosse ficar na minha memória.
Indo para Aoraki/Mt Cook, a neve aparece lá longe, até que de repente está bem na nossa frente — imponente e nítida contra o azul do Lago Pukaki. Passamos cerca de duas horas na Vila Mt Cook; fiz uma caminhada curta pela trilha Kea Point (o vento quase levou meu chapéu), enquanto um casal de Sydney fez um voo panorâmico — voltaram sorrindo como crianças. O almoço piquenique soube ainda melhor depois de tanta caminhada.
No caminho para Queenstown, paramos numa fazenda de salmão — tentei alimentá-los, mas acabei me molhando mais. O sabor do sashimi fresquinho com o ar gelado das montanhas é algo único. Ainda teve um trecho final pela Lindis Pass (as colinas ficam douradas no fim da tarde) antes de cruzarmos a Garganta Kawarau e sua antiga ponte suspensa — Matt contou que foi ali que o bungee jump começou, mas ninguém se ofereceu para testar. Já estávamos cansados, mas felizes e silenciosos, vendo as sombras se alongarem pelo vale enquanto chegávamos em Queenstown. Até hoje lembro daquela vista.
O passeio dura o dia todo, com várias paradas para apreciar a paisagem entre Christchurch e Queenstown.
Sim, o almoço piquenique está incluído e é entregue durante a parada em Geraldine.
Sim, cada passageiro pode levar uma mala grande e uma pequena ou bagagem de mão.
Você terá cerca de duas horas livres na Vila Mt Cook para fazer trilhas como a Kea Point ou outras atividades.
Sim, o traslado inclui busca em pontos centrais de Christchurch; confira os detalhes da sua reserva.
O passeio é feito em minibuses modernos com WiFi e ar-condicionado para seu conforto.
Você pode informar restrições alimentares na reserva para que o almoço seja preparado conforme sua necessidade.
Sim, o passeio aceita crianças e bebês; assentos especiais podem ser solicitados com antecedência.
Seu passeio inclui busca em Christchurch, transporte em minibus com ar-condicionado e WiFi, água à vontade, almoço piquenique (avise sobre restrições alimentares), tempo no Lago Tekapo, Vila Mt Cook com opções de trilhas ou atividades, parada numa fazenda de salmão para degustação e desembarque em Queenstown — com espaço para sua bagagem durante o trajeto.


Pagamento seguro em viator.com
Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?