Seu tour privado em Puerto Vallarta começa com pickup no hotel e permite que você escolha o ritmo do dia—caminhe pelas ruas coloridas, prove doces locais, pare para admirar o mar ou fazer uma degustação de tequila. Com um guia só para você, cheio de histórias, você vai se sentir relaxado e conectado à vida real daqui.
Sim, o pickup está incluso em hotéis, villas ou portos de cruzeiro em toda a Baía de Banderas.
Sim, o roteiro é flexível—você escolhe quais atrações visitar ou pular ao longo do caminho.
Você pode incluir degustações espontâneas ou escolher onde almoçar conforme sua preferência.
Sim, haverá oportunidades para visitar mercados locais e lojas de artesanato, se desejar.
Mirantes da Baía de Banderas, calçadão do Malecón, Plaza de Armas, Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe, bairro Conchas Chinas.
Uma degustação de tequila na destilaria pode ser adicionada como parada opcional durante o tour.
A duração é flexível, dependendo das paradas escolhidas; a maioria começa às 9h ou 10h da manhã.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; assentos especiais para bebês estão disponíveis mediante pedido.
O dia inclui transporte privado com ar-condicionado, água engarrafada durante todo o trajeto, serviço de guia-motorista certificado que conta histórias em cada parada, degustação opcional de tequila (sem pressão), além de pickup e drop-off em hotéis ou portos de cruzeiro em toda a Baía de Banderas para você curtir cada momento com tranquilidade.
Nos buscaram bem na porta do nosso hotel em Puerto Vallarta—sem espera, só o nosso guia, Carlos, acenando de uma van com ar-condicionado (uma bênção). Ele perguntou o que queríamos ver de mais importante e não hesitou quando respondi “comida e vista para o mar.” A primeira parada foi na Baía de Banderas. A luz da manhã deixava tudo com um tom mais suave, e o Carlos apontou um pelicano voando baixo sobre a água. Paramos para fotos; tentei captar o cheiro de sal e peixe frito vindo de uma barraca na praia perto dali. Meu parceiro não parava de dizer: “Não acredito que isso tudo é só nosso hoje.”
O Malecón já estava animado, mas ainda não lotado—artistas de rua se preparando, vendedores conversando em espanhol que eu só entendia pela metade. Carlos contou sobre as estátuas de bronze (a do cavalo-marinho é a favorita dele), e vimos uma criança tentando se equilibrar nas pedras enquanto a avó dava bronca de leve. Comprei um doce de tamarindo de uma senhora com uma cesta; era azedinho e grudento, perfeito. Na Plaza de Armas, sentamos sob uma árvore enorme e ouvimos uma música que vinha de algum lugar—acho que do coreto? Parecia que todo mundo vivia ali, na rua.
Entramos na Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe—um alívio fresco, com a luz colorida entrando pelos vitrais. Carlos explicou a importância da igreja nas festas de dezembro; até mostrou onde os pais dele se casaram (sorriu como quem já contou essa história antes). O lugar tinha um cheiro suave de cera e flores. Depois, seguimos para Conchas Chinas—Carlos chamou de “o Beverly Hills de Vallarta”—e paramos em um mirante com vista para toda a Baía de Banderas abraçando a cidade. Ainda penso nessa vista quando fico preso no trânsito em casa.
O almoço foi onde quisemos (escolhemos à beira do rio no El Encanto del Rio). Tortillas fresquinhas, peixe grelhado, salsa de manga—aquele tipo de comida que você come rápido porque é boa demais. Ainda fizemos uma degustação de tequila numa pequena destilaria escondida na mata; aprendi mais do que esperava sobre o agave (e provavelmente pronunciei tudo errado). Na volta, passamos por um mercado de souvenirs—comprei doces na Leal’s Candy Shop depois que o Carlos garantiu que eram “os verdadeiros.” Saímos com os dedos grudados e felizes.

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