Você vai cavalgar pelo rio Mascota em Puerto Vallarta com guias locais, talvez até nadar com o cavalo, e depois provar tequilas artesanais feitas ali perto. O passeio termina com um almoço tradicional mexicano com churrasco e margaritas ilimitadas, deixando você com o sol na pele e a barriga feliz. É mais sobre rir e aproveitar o céu aberto do que perfeição.
Fica a cerca de 25 minutos de carro do ponto de encontro perto de Puerto Vallarta.
Não precisa; os guias escolhem o cavalo ideal para seu nível.
Só se as condições do rio permitirem — às vezes não é seguro ou o nível da água está baixo.
Você vai provar Blanco, Reposado, Añejo e a exclusiva Pink Tequila — todas produzidas em pequenos lotes.
Sim, há opções vegetarianas, veganas e pescatarianas disponíveis.
Sim, o passeio inclui transporte em ônibus aberto a partir de um ponto central perto de Puerto Vallarta.
Sim, é necessário ter pelo menos 18 anos para participar da degustação.
Roupa de banho, toalha, chapéu, óculos de sol e calçados que possam molhar e não saiam fácil.
O dia inclui transporte em ônibus aberto saindo de Puerto Vallarta (sem ar-condicionado), água mineral durante o passeio pelo rio Mascota, todas as degustações de tequila artesanal em La Dulce Vista (para maiores de 18 anos), além de um almoço tradicional mexicano com churrasco e margaritas ilimitadas antes do retorno à tarde.
A primeira coisa que me chamou atenção na Hacienda Doña Engracia não foram os cavalos nem o cheiro de couro e poeira — foi como todo mundo parecia se conhecer ali. Nosso guia, Miguel, me entregou um chapéu (“o sol aqui é traiçoeiro,” ele sorriu) e me apresentou a Canela, uma égua que piscava pra mim com aquela paciência de quem já viu muita gente nervosa da cidade. Quase perdi a sandália no estribo logo de cara — Miguel só riu e falou: “Vai dar tudo certo, é só segurar firme.” Ou seja, começo nada elegante.
Cavalgamos às margens do rio Mascota, onde o ar tinha cheiro de terra molhada e um toque doce das flores silvestres. O rio estava baixo naquele dia, então pudemos até molhar os cavalos — uma sensação estranhamente libertadora, pernas meio molhadas, jeans grudando nos joelhos. Alguém atrás tentou filmar, mas deixou o celular cair (não se preocupe, recuperaram). O som era dos pássaros e uma música distante que vinha lá do vale. Eu não parava de pensar como era diferente da cidade — mais lento, mais suave, de um jeito gostoso.
Depois, chegamos em La Dulce Vista para a degustação de tequila. Eu achava que conhecia tequila, mas nada parecido com o que servem nos bares da minha cidade — um Blanco defumado, depois um Reposado com um calorzinho suave, e até um rosado que tinha gosto de verão, se é que isso faz sentido. Miguel contou como a família do tio dele produz essas tequilas na cidade de Tequila; ele servia doses pequenas e ficava observando nossas reações. Li riu quando tentei falar “Añejo” em espanhol — acho que detonei a palavra.
O almoço foi uma mistura deliciosa de frango grelhado, feijão, arroz, tortillas quentinhas direto da chapa e uma salsa que fez meu nariz escorrer (no bom sentido). Margaritas à vontade — parei de contar depois da terceira porque alguém começou a contar histórias de infância em Jalisco e o tempo simplesmente voou. Ninguém tinha pressa de ir embora; o pessoal ficava nas mesas ou dava uma volta para admirar as colinas. Sério, às vezes ainda penso naquela vista quando estou preso no metrô da minha cidade.

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?