Explore o centro histórico de Puerto Vallarta com um guia local, provando cinco tipos de tacos e seis coquetéis mexicanos — de mezcalinis defumados a margaritas de jalapeño. No caminho, aprenda sobre bebidas de agave como raicilla e tequila, experimente preparar drinks e divirta-se com salsas picantes. Esses sabores ficam com você muito depois do tour.
O passeio dura cerca de 4 horas no total.
Você vai provar seis coquetéis mexicanos, incluindo mezcalinis, palomas, margaritas de jalapeño, além de degustações de mezcal, tequila, raicilla e pulque.
Sim, são cinco tipos diferentes de tacos e uma sobremesa durante o tour.
Informe suas restrições no momento da reserva para que possam ser feitas adaptações, se possível.
Não há transporte do hotel, mas há opções de transporte público próximas a cada parada.
A idade mínima é 18 anos, por conta das degustações de álcool.
Sim, um guia especialista em gastronomia e bebidas locais acompanha o grupo o tempo todo.
O grupo é pequeno para garantir uma experiência mais pessoal e atenção do guia.
Sua noite inclui cinco degustações de comida (principalmente tacos), seis coquetéis mexicanos preparados por bartenders especialistas e degustações guiadas de mezcal, tequila e raicilla — tudo acompanhado por um guia local enquanto você caminha pelo centro histórico de Puerto Vallarta. Se precisar, há transporte público próximo antes ou depois do tour.
“Experimente o mezcalini de abacaxi — confia em mim,” sorriu nosso guia Luis enquanto entrávamos apertados no Joe Jack’s. Mal sentei e o copo já estava na minha mão, gelado e docinho, com aquele toque defumado que mostrava que não era um coquetel qualquer. Logo depois veio o taco de peixe — crocante, quentinho, com um limão que cortava o sabor na medida certa. Alguém no bar riu dizendo que os turistas sempre exageram na salsa. Talvez tenham razão.
Andamos pelo centro histórico de Puerto Vallarta, desviando de motos e alguns cachorros soltos. Na próxima parada, Luis nos entregou um pimentão frito recheado com frutos do mar (a textura até hoje me vem à cabeça — crocante por fora, macio e salgadinho por dentro). Ele serviu uma dose de raicilla, que chamou de “prima selvagem” da tequila. Tentei falar direito, mas só atrapalhei; Luis piscou e disse que eu pegaria o jeito até o fim da noite. Tomara.
Em Zapata, rolou um silêncio quando provamos o mezcal puro — terroso, quase com gosto de capim, algo que nunca tinha experimentado. Depois começamos a preparar palomas, amassando limão com as mãos grudadas de suco cítrico. A margarita de jalapeño no bar seguinte quase me fez tossir, mas de um jeito bom? É estranhamente viciante — picante e refrescante ao mesmo tempo.
Quando chegamos ao Mezcal y Sal para a última rodada (e mais um taco de peixe), já tinha perdido a conta de quantos tipos de bebidas de agave experimentamos. O grupo estava mais solto; gente trocando histórias da cidade natal e seus tacos preferidos. Voltando pelas ruas barulhentas, percebi como esses sabores ficam na memória — não só na boca, mas guardados por muito tempo depois de ir embora.
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