Você vai pedalar pelos bairros de Puerto Vallarta com um guia local, provar tacos de frutos do mar com jalapeño e carne em barracas tradicionais, parar em pontos coloridos como o Malecón e o Centro Histórico. Espere risadas com erros de idioma, brisa do mar no rosto e um drink na praia enquanto o sol se põe — é mais que comida ou bike.
A duração exata não está especificada, mas espere várias horas com paradas para comida, pontos turísticos e drinks.
Sim, o almoço está incluso, junto com água mineral e um coquetel ou cerveja no final.
O roteiro passa por Cinco de Diciembre, Centro e Centro Histórico de Puerto Vallarta.
O tour menciona carnitas, barbacoa, chilaquiles, carne asada e tacos de frutos do mar — opções vegetarianas podem ser limitadas.
Não há transporte do hotel, mas há opções de transporte público próximas.
A idade mínima é 14 anos; crianças devem estar acompanhadas por um adulto.
Sim, bicicletas Specialized são disponibilizadas para todos os participantes.
Assentos especiais para bebês estão disponíveis; bebês podem ir em carrinho, se necessário.
Seu dia inclui uso de bicicletas Specialized (com assentos para bebês se precisar), água mineral durante todo o passeio, várias degustações de tacos com especialidades regionais como tacos de frutos do mar com jalapeño e carne asada em barracas históricas, sorvete artesanal caseiro no caminho, além de um coquetel ou cerveja num bar à beira-mar para fechar com seu guia local antes de voltar cheio e feliz.
Logo no começo, meu cadarço enroscou no pedal antes mesmo de sairmos da loja — já comecei o tour de bike com tacos em Puerto Vallarta rindo de mim mesmo. Nosso guia, Luis, só sorriu e me ajudou a desenroscar sem fazer drama. Ele falou algo tipo “sorte para ganhar tacos extras”, e isso já deu o tom do passeio. Saímos pedalando pelo bairro Cinco de Diciembre, desviando de um caminhão de entregas que cheirava a pão fresquinho (quase segui o cheiro em vez do grupo).
Passamos por ruas de paralelepípedo onde a cada esquina surgia um mural novo ou alguém acenando da porta. Luis mostrou a Igreja de Guadalupe — chamou de “nosso coração”, e um leve cheiro de incenso vinha quando paramos para beber água. No mercado de peixes, tentei pedir “taco de jalapeño” em espanhol; Luis riu da minha pronúncia, mas me entregou um recheado com frutos do mar tão frescos que parecia o próprio mar. A salsa picava na medida certa para fazer os olhos lacrimejarem.
Não esperava gostar tanto de pedalar pelo Malecón — a brisa do mar, famílias por toda parte, música vindo de algum lugar atrás da gente misturada com o som das gaivotas. A barraca de tacos de carne no Centro Histórico era mais antiga que a maioria do grupo; Luis contou que o pai dele costumava vir aqui depois da escola. Teve um momento no píer da Praia Los Muertos em que ficamos todos em silêncio, com areia grudada nas pernas e o sol começando a queimar. Aí o celular de alguém tocou com música de mariachi e a gente caiu na risada.
O dia terminou num barzinho à beira-mar com cerveja gelada (ou coquetéis de agave, se preferisse). Minhas mãos já estavam grudadas de sorvete. Ainda penso naquela vista — o sol refletindo na garrafa d’água da mesa, todo mundo cansado mas feliz daquele jeito que só dá depois de comer demais e pedalar a tarde toda. Se estiver pensando em reservar esse tour de bike com tacos em Puerto Vallarta... só não esqueça de usar sapato sem cadarço.
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