Você vai mergulhar entre peixes coloridos em Los Arcos, visitar Quimixto para provar tortillas e salsa feitas pelos locais, cavalgar pela selva até uma cachoeira escondida para nadar ou relaxar, e terminar com um churrasco tranquilo na praia de Pizota — areia quente sob os pés e o mar ao redor.
Não, a busca no hotel não está inclusa; os participantes devem se encontrar no ponto de partida indicado.
O passeio é de dia inteiro, combinando mergulho, visita à vila, cavalgada e churrasco na praia.
Não, passageiros de cruzeiro não podem participar devido a conflitos de horário com a programação local.
O almoço inclui peito de frango grelhado, bife de fraldinha, linguiça para grelhar, acompanhamentos e bebidas.
Sim, todo o equipamento de segurança, incluindo snorkel, é fornecido para os participantes.
Sim; idade mínima de 10 anos e peso máximo de 118 kg (260 libras).
Não; não é recomendado para gestantes ou pessoas com condições cardíacas ou na coluna.
Não é necessário; os guias auxiliam todos os níveis durante o passeio na selva.
Seu dia inclui guias locais profissionais em todas as atividades, todo o equipamento de segurança necessário (incluindo snorkel), bebidas durante o passeio e um almoço buffet fresquinho servido na praia de Pizota antes do retorno de barco à tarde.
A primeira coisa que senti foi o cheiro do sal no ar — fresco e revigorante — quando nosso barco se aproximou das formações rochosas de Los Arcos. O som das gaivotas chegou antes mesmo da gente ver elas. Coloquei a máscara e mergulhei, esperando aquele frio na barriga que sempre bate, mas a água estava surpreendentemente calma. Peixes amarelos nadando rápido entre as pedras. O nosso guia Marco apontava detalhes que eu jamais teria notado, tipo um pequeno baiacu escondido na sombra. Acabei engolindo um pouco de água do mar e depois dei risada disso.
Depois de secar (mais ou menos), seguimos para Quimixto. A vila tem um ritmo tranquilo — cachorros dormindo nas portas, alguém vendendo mangas numa bacia. Entramos numa casa onde a Rosa fazia tortillas à mão. Ela me deixou tentar; a minha ficou parecendo uma panqueca meio torta, mas ela sorriu do mesmo jeito. O cheiro dos pimentões assando bateu forte — fez meus olhos arderem, mas de um jeito bom. A Li riu quando tentei falar “molcajete” direito — acho que nem cheguei perto.
Depois veio a cavalgada pelas trilhas da selva atrás de Quimixto. O chão estava mais enlameado do que eu esperava e meu cavalo parecia saber que eu não manjava nada de montar. O ar estava pesado, quase verde, se é que dá pra entender. Na cachoeira, todo mundo ficou em silêncio por um instante — o barulho da água abafava tudo. Alguns entraram pra nadar; eu fiquei numa pedra, só molhando os pés na água gelada por um bom tempo.
O trecho final até Pizota foi de barco de novo — já meio queimado de sol — e de repente apareceu uma praia vazia, só com coqueiros e madeira à deriva. O almoço já estava na grelha quando chegamos: frango, bife, linguiça. Comer com as mãos, com os pés enterrados na areia quente... até hoje eu lembro dessa vista quando tô preso no escritório em casa.
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