Você vai embarcar na marina de La Paz e navegar por águas azul-turquesa até a Ilha Espiritu Santo, onde vai fazer snorkel com leões marinhos selvagens (outubro a maio), flutuar sobre recifes cheios de peixes tropicais e almoçar numa praia tranquila antes de terminar o dia nas famosas areias brancas da Balandra. Prepare-se para risadas, surpresas e memórias que ficam para sempre.
Não, o snorkel com leões marinhos selvagens acontece de outubro a maio, por conta das regras sazonais.
Sim, o almoço inclui ceviche, sanduíches, frutas, água e refrigerantes fresquinhos.
Sim, todo o equipamento (máscara, nadadeiras, snorkel) e colete salva-vidas fazem parte do passeio.
Não precisa; os guias ajudam tanto iniciantes quanto quem já sabe nadar em águas calmas.
O tour inclui uma parada de barco na Praia Balandra depois da visita à Ilha Espiritu Santo.
Não, o ponto de encontro é na marina de La Paz, onde você faz o check-in com o guia antes da saída.
O almoço padrão tem ceviche (peixe), sanduíches e frutas; necessidades especiais devem ser avisadas com antecedência.
Leve protetor solar, chapéu, roupa de banho, toalha, troca de roupa e seus itens pessoais.
O dia inclui transporte compartilhado de barco saindo da marina de La Paz com capitão certificado e guia bilíngue; todo o equipamento de snorkel (máscara, nadadeiras, snorkel) e colete salva-vidas; taxas de acesso à Ilha Espiritu Santo e Praia Balandra; água e refrigerantes à vontade; além de um almoço fresquinho com ceviche, sanduíches e frutas servido a bordo antes do retorno no fim da tarde.
A primeira coisa que me chamou atenção foi a cor da água — parecia que alguém tinha aumentado o brilho do Mar de Cortez ao máximo. Encontramos nossa guia, Carla, na marina de La Paz (ela distribuiu as nadadeiras e fez uma piada sobre meus “pés de gringo” — justo). A viagem de barco até a Ilha Espiritu Santo foi mais barulhenta do que eu esperava, com gaivotas gritando por cima e o vento salgando meu rosto. Golfinhos apareceram por alguns minutos — só silhuetas correndo sob a proa — e todo mundo correu para pegar o celular, mas no fim só rimos porque ninguém conseguiu a foto.
Não achei que fosse entrar na água com os leões marinhos (eles parecem enormes vistos de cima), mas a Carla garantiu que nessa época do ano é seguro. A água gelou na hora — parecia mil agulhas pequenas — mas logo você vê esses leões marinhos girando ao seu redor, brincalhões e curiosos. Um deles mordeu minha nadadeira e eu soltei um grito pelo snorkel; acho que todo mundo ouviu. Tem um momento debaixo d’água em que só se escuta a própria respiração e os cliques distantes deles. É uma paz estranha — até um deles passar voando de novo na sua cara.
O almoço a bordo foi ceviche e sanduíches — simples, mas perfeito depois do mergulho. Alguém passou frutas frescas enquanto secávamos numa praia tranquila, com os pés afundando na areia. Vi pelicanos mergulhando atrás dos peixes enquanto um casal de Guadalajara tentava me ensinar a pronunciar “Espiritu” direito (eu falhei). Mais tarde, na Praia Balandra, a luz fazia tudo brilhar em tons suaves de azul e rosa. Algumas pessoas nadaram até aquela pedra em forma de cogumelo; eu só caminhei pela beira, meio ouvindo crianças discutindo quem tinha achado a melhor concha. Ali, parecia que o tempo desacelerava.

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