Você vai navegar de Cancun até Isla Mujeres num catamarã privado com tripulação local, fazer snorkel nas estátuas e peixes do recife El Meco, explorar as ruas artesanais para um almoço iucateco e relaxar no convés com bar aberto enquanto volta. Prepare-se para risadas, brisa do mar, sabores novos—e talvez um momento perfeito onde tudo parece leve como o ar.
Sim, máscaras, coletes salva-vidas e nadadeiras são fornecidos para todos os convidados no passeio de catamarã.
Sim, o bar aberto oferece cerveja, rum, tequila (para maiores de 18 anos) e refrigerantes durante todo o passeio.
O tempo varia conforme as condições, mas geralmente leva cerca de 1 hora em cada trecho de catamarã.
Não há refeições inclusas; você terá tempo livre para escolher onde comer na ilha, seja restaurante ou comida de rua.
Sim! Bebês podem ir em carrinho; crianças menores de 17 anos recebem apenas bebidas não alcoólicas.
O passeio sai da Playa Tortugas em Cancun, onde a equipe recebe os participantes na hora do check-in.
Não, não há serviço de busca; os convidados devem se encontrar no píer da Playa Tortugas em Cancun.
Você receberá todo o equipamento básico (máscara, nadadeiras); leve roupa de banho, toalha, protetor solar e, se quiser, uma bolsa seca para objetos pessoais.
Seu dia inclui todo o equipamento para snorkel (máscaras, coletes, nadadeiras), refrigerantes à vontade e bar aberto com cerveja, rum e tequila para adultos durante o passeio; tripulação bilíngue local guiando você da Playa Tortugas em Cancun até o centro artesanal de Isla Mujeres, retornando de catamarã no fim da tarde.
“Pode ficar tranquilo, a tequila boa está garantida,” sorriu o capitão enquanto me entregava um copo plástico—confesso que estava mais nervoso com as nadadeiras do que com a bebida. Nos encontramos na Playa Tortugas logo depois do café da manhã, o sol já quente, mas ainda agradável. A tripulação parecia amiga de longa data, brincando em espanhol e inglês. O cheiro de protetor solar e sal no ar já dava o clima antes mesmo de sairmos do píer. Tem um momento especial ao pisar num catamarã pela primeira vez—tudo balança sob os pés e você pensa se trouxe bagagem demais.
A água entre Cancun e Isla Mujeres tem aquele azul turquesa selvagem que só se vê em cartão-postal, mas de perto é mais barulhenta—vento batendo nas velas, música vindo de uma caixa, risadas de um casal tentando tirar selfie sem deixar o celular cair. Nossa guia (acho que se chamava Marisol) apontou o recife El Meco quando desaceleramos. Ela distribuiu máscaras e nadadeiras de todos os tamanhos—peguei o tamanho errado no começo, o que fez todo mundo rir—e então mergulhamos. Juro que ouvia minha própria respiração pelo snorkel; havia estátuas submersas cobertas de corais e peixes nadando para todos os lados. Lá embaixo, tudo parecia estranhamente tranquilo.
Depois de secar (mais ou menos), fomos explorar o centro de Isla Mujeres para almoçar. A rua principal é cheia de vida—letreiros coloridos, redes balançando nas portas das lojas, cozinheiros chamando para mostrar o cardápio. Marisol indicou um lugar pequeno para comida iucateca; tentei falar “cochinita pibil” e provavelmente falei errado porque ela riu e corrigiu. O sabor era defumado e doce, bem diferente do que eu conhecia. Tivemos tempo de sentar na sombra com refrigerantes gelados antes de voltar para o barco—sem pressa nenhuma.
O caminho de volta foi mais tranquilo—talvez eu estivesse só sonolento pelo sol e pelo rum, ou talvez todo mundo estivesse, porque as pessoas se esticavam no convés ou se inclinavam para olhar as ondas batendo no casco. O bar aberto continuava rolando (alguém não parava de fazer margaritas), mas eu só ficava olhando a costa reaparecer e tentando guardar aquela sensação do vento salgado pelo maior tempo possível. Até hoje, quando fecho os olhos, consigo ver aquela cor da água.
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