Você vai sentir a brisa do mar em La Bufadora, explorar os mercados de artesanato vibrantes de Ensenada com um guia local e provar petiscos de rua pelas ruas animadas. Com transporte privativo e horário flexível, dá para curtir o ritmo local, rir, se surpreender e até sair com as mãos grudadas de doce de coco.
A excursão inclui pickup privativo no Cruiseport Security ou no local que você escolher em Ensenada, com veículo com ar-condicionado e motorista local.
Sim, o transporte e todos os locais visitados são acessíveis para cadeirantes.
Sim, você terá tempo para explorar os mercados de artesanato perto de La Bufadora e provar petiscos locais pelo caminho.
O trajeto costuma levar cerca de 40 minutos em cada direção, dependendo do trânsito.
Sim, bebês podem ir em carrinhos de passeio e assentos especiais para crianças estão disponíveis se necessário.
Não há almoço formal incluso, mas há várias opções para comprar lanches e comidas nos mercados locais durante a visita.
Sim, seu guia local fala inglês ou espanhol, conforme sua preferência.
Seu dia inclui transporte privativo em veículo com ar-condicionado, com pickup no Cruiseport Security ou em qualquer ponto que você escolher em Ensenada, água mineral para todos os participantes e acompanhamento de um guia local experiente que fala inglês ou espanhol. Depois de explorar La Bufadora e passear pela cidade no seu ritmo — com tempo para compras — você será deixado onde preferir em Ensenada.
Confesso que achei que La Bufadora seria só uma parada rápida para fotos, mas no momento em que ouvimos aquele sopro profundo — como se o mar respirasse bem debaixo dos nossos pés — eu até me assustei. Nossa guia, Marisol, sorriu e me entregou um guardanapo para os óculos (ela disse que todo mundo se surpreende na primeira vez). A névoa salgada grudava na pele enquanto os vendedores chamavam em espanhol, suas vozes se misturando ao som das gaivotas. Experimentei um docinho de coco em uma barraca — ficou a mão grudenta, mas valeu cada mordida.
O passeio pelo mercado de artesanato foi mais tranquilo do que eu esperava. Tem um ritmo próprio: bolsas coloridas penduradas, alguém assando elote numa pequena barraquinha (o cheiro de milho queimado no ar), e crianças correndo entre as barracas. Marisol explicou que La Bufadora é um dos poucos gêiseres marinhos do mundo. Ela apontou pelicanos voando sobre os penhascos — um pousou tão perto que dava para ver as penas se mexendo com o vento. Acho que fiquei tempo demais olhando as ondas quebrando lá embaixo; é impossível não se deixar levar por aquilo.
De volta à cidade de Ensenada, o clima parecia mais acolhedor. Passamos por murais coloridos em prédios antigos e paramos numa padaria onde os locais faziam fila para comprar pan dulce. Tentei falar “concha” direito — Marisol riu e disse que meu sotaque era “muy simpático”. O dia seguiu no nosso ritmo; nada de pressa para voltar ao porto. É engraçado como o que fica não são só os momentos grandiosos como La Bufadora, mas os pequenos detalhes — o gosto doce na língua ou aquele instante em que a névoa me pegou desprevenido. Ainda penso naquela vista às vezes, quando escuto o som das ondas em casa.
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