Você vai explorar as ruínas antigas de Edzná com um guia local que conta histórias sobre governantes maias e o dia a dia. Caminhe por trilhas sombreadas, observe pássaros coloridos e faça uma pausa para frutas frescas sob árvores altas antes de voltar ao hotel. O silêncio de Edzná fica com você muito depois de partir.
São cerca de uma hora de carro de Campeche até Edzná.
Sim, o transporte do seu hotel está incluído.
O passeio inclui água mineral, frutas da estação, transporte com ar-condicionado e guia local certificado.
Sim, bebês e crianças pequenas podem participar e usar carrinho de bebê.
Você terá tempo suficiente para caminhar pelas trilhas, aprender com o guia, observar pássaros e fazer um lanche antes de voltar.
Não, o tour oferece apenas frutas da estação e água mineral, sem almoço completo.
O passeio é adequado para todos os níveis de preparo físico, mas não é recomendado para gestantes.
Seu dia inclui transporte com ar-condicionado do seu hotel em Campeche, entrada em Edzná com guia local certificado que vai conduzir você pelas trilhas e histórias do sítio, além de água mineral e frutas frescas da estação servidas na sombra antes do retorno.
Chegamos em Edzná bem quando o sol começava a aquecer as pedras — ainda não estava quente demais, mas dava para sentir o cheiro da grama despertando. Nossa guia, Ana, nos chamou com um sorriso tranquilo e logo começou a contar como Edzná foi um lugar importante para os maias. Eu não esperava ouvir sobre uma mulher governante ali; Ana contou a história dela sob aquelas árvores enormes, enquanto os pássaros não paravam de interromper — confesso que isso me fez rir. Os pássaros são mesmo barulhentos em Campeche.
A cidade em si parece quase silenciosa demais para a importância que teve. Caminhamos por antigas trilhas, parando às vezes porque Ana avistava algum pássaro que eu jamais teria notado (ela chamou um de “motmot” — acho que pronunciei errado). Tem algo em tocar aquelas pedras antigas que faz a gente pensar no tempo de um jeito diferente. Meus sapatos ficaram cheios de poeira, e eu ficava tirando pedacinhos de história, ou pelo menos era assim que parecia.
Depois de tanto andar, sentamos na sombra para comer fatias de fruta e beber água gelada. Parece simples, mas depois de uma hora ali, foi o melhor lanche que já provei. A brisa começou a soprar bem na hora — dava para ouvir as folhas mexendo acima da gente enquanto Ana respondia nossas perguntas sobre a vida dos maias (perguntei se eles tinham lanches assim; ela só sorriu). No caminho de volta para Campeche, fiquei pensando naquele silêncio entre as ruínas. Fica na memória.

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