Você vai sentir o pulso de Acapulco de perto: assistir aos mergulhadores da La Quebrada, conhecer o mural de Diego Rivera, explorar mercados sem armadilhas para turistas e ajudar a soltar tartaruguinhas no mar. Com transporte do hotel ou cruzeiro e um guia local ao seu lado, é um dia que fica na memória muito depois de acabar.
O passeio dura cerca de 6 horas.
Sim, o transporte de ida e volta está incluído para hotéis ou terminais de cruzeiro em Acapulco.
Sim, você vai parar na La Quebrada para assistir aos famosos mergulhadores de penhasco.
Não há paradas para compras; o foco é aproveitar as atrações e experiências.
Não, o almoço não está incluído, mas há uma parada onde você pode comprar comida ou bebida.
Você vai visitar os mergulhadores da La Quebrada, o mural Exekatlkalli de Diego Rivera, a Capela da Paz em Las Brisas, mercados da cidade, Diamond Acapulco e participar da soltura de tartaruguinhas.
Sim, é indicado para todos os níveis de preparo físico e crianças pequenas podem participar com carrinhos de bebê.
Sim, você terá acesso à internet rápida durante uma das paradas para bebida ou almoço.
Seu dia inclui transporte do hotel ou terminal de cruzeiro em Acapulco, minivan com ar-condicionado e guia local para mostrar cada ponto — entrada para ver os mergulhadores da La Quebrada se selecionado (com mesa na varanda aberta e sua escolha de coquetel, cerveja ou refrigerante), toda a logística organizada para evitar desvios ou paradas para compras, além de tempo para bebida ou almoço antes do retorno ao ponto de partida.
“É aqui — você vai entender em um instante,” sorriu nosso guia José, apontando para a borda irregular acima da La Quebrada. Já tinha ouvido falar dos mergulhadores de penhasco de Acapulco, mas ali, apertado entre moradores e outros turistas (uma mulher abanando o rosto com um guardanapo), a sensação era outra. O cheiro do mar misturava com o aroma de plátanos fritos de uma barraca próxima. O mergulhador ficou parado por um instante, quase não percebi, e então saltou, cortando o ar. Todo mundo prendeu a respiração por um segundo antes do splash. Não esperava que meu coração batesse tão forte só de assistir.
Começamos nosso passeio no terminal de cruzeiros (a busca foi fácil — José nos achou antes mesmo de vermos nossos nomes na placa dele) e cruzamos o Acapulco antigo em ziguezague. O mural de Diego Rivera foi a próxima parada — confesso que não sou fã de murais, mas esse é impressionante: conchas e azulejos que parecem mudar de cor conforme o sol se move. José contou que Rivera fez para a amiga Dolores Olmedo; tentei pronunciar o nome direito, mas acho que errei. Ele riu e disse “não se preocupe, todo mundo erra.”
O mercado estava cheio de barulho — vendedores gritando preços, crianças correndo entre caixas plásticas de manga. Não paramos muito (sem paradas para compras forçadas nesse tour), só o suficiente para sentir o cheiro da fruta madura e ver um senhor velho cortando pimentas com as mãos manchadas de vermelho. Depois veio um momento mais tranquilo: soltar tartaruguinhas na praia. Elas cabiam na palma da minha mão, com carapaças macias que se mexiam contra a pele. Ficou um silêncio enquanto as deixávamos ir — até as crianças ficaram quietas por um minuto, vendo elas correrem para o mar. Ainda penso naquele pequeno instante de esperança.
A última parada foi em Las Brisas, onde as casas ficam maiores e as buganvílias rosas escorrem pelos muros. Fizemos uma pausa para beber algo (Wi-Fi incluso — José conhece gente em todo lugar) e assistimos Acapulco se espalhar lá embaixo, iluminado pela luz do fim da tarde. Não foi perfeito; o trânsito ficou pesado perto do Diamond Acapulco e o celular de alguém não parava de tocar durante a história de José sobre estrelas de cinema que costumavam festejar ali. Mas, sinceramente? Isso só deixou tudo mais real — como se tivéssemos visto os dois lados de Acapulco em apenas seis horas.
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