Vista sua fantasia e junte-se ao grupo para um passeio de go-kart pelos bairros mais vibrantes de Tóquio — as luzes de Ginza, o caos de Akihabara e a proximidade do Tokyo Skytree. Risadas com o guia local, olhares curiosos e aquela adrenalina de dirigir no meio do trânsito da cidade. É barulhento, rápido e inesquecível.
Sim, a não ser que sua carteira seja da Suíça, Alemanha, França, Taiwan, Bélgica ou Mônaco (nesse caso, precisa da tradução japonesa junto com a carteira).
Você vai pilotar por Toyosu, Ginza, região da Ponte Nihonbashi, Akihabara, Ueno, Asakusa (perto do Senso-ji) e perto do Tokyo Skytree.
Sim — as fantasias fazem parte do pacote.
Sim — as fotos estão incluídas no pacote do tour.
Não — só podem participar quem tem carteira de habilitação válida; bebês só podem ir em carrinhos, sem dirigir.
Não, o pacote cobre apenas fantasias, fotos, combustível e todas as taxas.
Chegue 15 minutos antes; eles esperam até 10 minutos após o horário marcado antes de começar sem você.
Não — não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas cardíacos.
Seu dia inclui aluguel do go-kart com combustível incluso, fantasias divertidas para usar durante o trajeto (sim, você também recebe fotos), além de todas as taxas e impostos pagos antes mesmo de ligar o motor.
A primeira coisa que me chamou atenção foi o cheiro — uma mistura de óleo de motor com aquele aroma doce de comida de rua vindo de algum lugar perto. Lá estava eu, vestido com a fantasia emprestada do Mario (sim, de verdade), mexendo nas luvas enquanto nosso guia, Kenji, conferia as Carteiras Internacionais de Habilitação de todo mundo. Ele foi bem rigoroso — um cara quase ficou de fora por trazer o documento errado. Mas assim que tudo estava pronto, capacetes ajustados, saímos pelas largas ruas de Toyosu. O sol começava a se pôr atrás dos prédios e, pra ser sincero, eu me sentia meio bobo, mas ao mesmo tempo livre como nunca.
Pilotar um go-kart por Ginza parecia entrar direto num videogame alheio. As pessoas acenavam ou ficavam olhando (alguns até filmavam), e as luzes de neon refletiam no meu visor em flashes coloridos. Kenji liderava o grupo — ele buzinava duas vezes nos cruzamentos para não nos perdermos no trânsito. Num semáforo perto da Ponte Nihonbashi, um senhor sorriu e fez joinha pra mim. Tentei dizer “konnichiwa”, mas acho que saí todo errado; ele só riu e acenou. O vento batia forte nos meus ouvidos enquanto acelerávamos rumo a Akihabara — tem algo naquele lugar que faz tudo parecer mais alto, como se os fliperamas estivessem invadindo as ruas.
Não esperava ficar nervoso dirigindo tão perto dos carros de verdade no trânsito da Baía de Tóquio. Minhas mãos suavam dentro das luvas de desenho animado (não faço ideia de como o Mario aguenta). Mas aí viramos a esquina e, de repente, o Tokyo Skytree estava ali — uma estrutura gigante brilhando em azul contra o céu do entardecer. Por um instante, ninguém falou nada; até o Kenji ficou quieto no rádio. É engraçado como tudo fica silencioso quando você está diante de algo tão imenso.
Voltamos ao ponto de partida, rindo das fotos em grupo com nossos rostos meio escondidos pelos capacetes e fantasias. Meu cabelo ficou com cheiro de escapamento por horas, mas, sinceramente, ainda penso naquela vista do Skytree vista lá de baixo, na rua. Você só entende Tóquio de verdade quando faz parte do seu barulho por um tempo.

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