Você vai sair de Tóquio com um grupo pequeno e guia local para explorar a região do Monte Fuji — subir os degraus até a Pagoda Chureito para aquela vista clássica (se as pernas deixarem), passear pelo Parque Oishi no Lago Kawaguchi, conhecer as lagoas cristalinas de Oshino Hakkai e sentir o frio na 5ª Estação do Monte Fuji. Tem risadas, momentos sinceros e bastante tempo para fotos ou só ficar ali, admirando tudo em silêncio.
O passeio dura o dia todo, com transfer ida e volta entre Tóquio e a região do Monte Fuji.
Não, o almoço não está incluído, mas há tempo livre em Fujiyoshida para comprar sua refeição.
São cerca de 400 degraus até a Pagoda Chureito; a subida é opcional.
Se a visibilidade estiver ruim por causa do tempo na 5ª Estação ou em outros pontos, algumas vistas podem ficar limitadas ou o roteiro ajustado.
Não há busca no hotel; o encontro com o guia é em um ponto central de Tóquio para a saída.
O passeio inclui transporte e guia em inglês; despesas pessoais como almoço não estão inclusas.
O passeio envolve atividade física significativa, incluindo subida opcional de escadas; é recomendada boa condição física.
Seu dia inclui transporte em veículo com ar-condicionado e guia local que fala inglês durante todo o passeio; entrada em todos os pontos do roteiro como Parque Oishi, Arakurayama (Pagoda Chureito), lagoas de Oshino Hakkai, parada para almoço em Fujiyoshida, além de paradas panorâmicas na 5ª Estação do Monte Fuji antes do retorno ao ponto de encontro em Tóquio.
Para ser sincero, quase perdi o ônibus porque parei para tomar um café no konbini — quando cheguei, nosso grupo já estava ali na calçada em Tóquio, trocando palpites sobre o tempo. A guia, Emi, sorriu e me chamou com a mão. Ela tinha um jeito de deixar todo mundo à vontade, mesmo quando alguém (eu) se enrolava com o bilhete. A viagem até o Monte Fuji foi mais silenciosa do que eu esperava; a maioria só ficava olhando a cidade sumir entre as colinas verdes. Emi apontava pequenos santuários escondidos entre os arrozais e contava que a montanha às vezes fica escondida por dias. “Talvez ela esteja tímida hoje”, brincou.
Em Arakurayama, os famosos degraus até a Pagoda Chureito pareciam não ter fim — 400 degraus não é brincadeira se você não está acostumado. Fui devagar, parando no meio do caminho porque minhas pernas já estavam queimando (e, pra ser honesto, precisava recuperar o fôlego). Mas quando olhei para trás… lá estava: o Monte Fuji, meio encoberto pelas nuvens, mas imenso atrás do telhado vermelho da pagoda. Todo mundo ficou em silêncio por um instante, até um cara espirrar tão alto que todo mundo riu. Depois, no Parque Oishi, à beira do Lago Kawaguchi, o ar tinha cheiro de grama molhada e um doce vindo de uma barraquinha próxima. Alguns moradores locais montavam arranjos de flores e acenaram quando passamos — parecia que tínhamos entrado na rotina matinal deles.
O almoço em Fujiyoshida foi por conta própria — peguei um prato de noodles numa lojinha pequena onde a dona tentou me ensinar a dizer “itadakimasu”. (Meu sotaque deve ter sido péssimo, mas ela sorriu do mesmo jeito.) As lagoas de Oshino Hakkai estavam mais claras do que qualquer água que eu já vi — crianças jogavam moedas e tentavam ver os peixes passando por baixo das pontes de madeira antigas. Quando chegamos à 5ª Estação do Monte Fuji, as nuvens já tinham fechado rápido e forte. Nada daquela vista perfeita de cartão-postal, mas, sinceramente? O vento frio lá em cima fez tudo parecer mais real. Emi distribuiu chá quente da mochila e disse que é assim que o Fuji é de verdade.

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