Você vai contornar Ortigia de barco com um skipper local, entrar silenciosamente nas grutas ao norte de Siracusa e ainda ter a chance de nadar ou fazer snorkel na costa de Pillirina. Veja a cidade sumir atrás de você enquanto passa sob pontes e o sol dança nas pedras antigas — e volte com o sal na pele e um novo olhar sobre Siracusa.
O passeio dura 2 horas no total.
Sim, há uma parada opcional para banho e nado durante o passeio.
O passeio sai de Ortigia, em Siracusa.
Sim, um skipper local acompanha todo o trajeto.
Sim, bebês e crianças pequenas podem participar; carrinhos são permitidos.
Sim, animais de serviço são aceitos a bordo.
Você verá o Mercado de Ortigia, a Catedral de Siracusa (por fora), grutas marinhas, costa do Plemmirio, resorts da Costa del Sole, praia da Arenella e penhascos de Ognina.
Sim, há opções de transporte público próximas ao local de embarque.
Seu dia inclui um passeio de 2 horas de barco contornando Ortigia e a costa de Siracusa com um skipper local no comando — além de todo conforto a bordo para relaxar ou fazer paradas para nadar em Pillirina ou outros pontos cênicos antes de voltar ao ponto inicial.
Não esperava me sentir tão pequeno vendo Ortigia passar pela água. Partimos com nosso skipper Paolo, que cresceu por aqui — ele acenava para os pescadores como se fossem velhos amigos. A cidade parecia outra vista do barco, com aquelas pedras douradas e varandas entrelaçadas. Eu pegava cheirinhos de sal e diesel enquanto passávamos sob as pontes, perto do mercado onde dava para ouvir gente gritando por tomates e espadarte. É curioso como o som viaja sobre a água.
Paolo nos levou para o norte, rumo às grutas do mar — ele chamava de “grotte” — e diminuiu a velocidade para podermos observar por dentro. A luz ali ficava estranha, meio azul-esverdeada e com eco. Teve um momento em que todo mundo ficou em silêncio, só um menino rindo quando uma gota caiu no nariz dele. Depois cruzamos para o enorme porto de Siracusa (é gigante, sério — os navios parecem minúsculos) e seguimos para o sul, passando pelo Plemmirio e suas costas rochosas selvagens.
Eu estava meio inseguro sobre nadar, mas Paolo insistiu — “Tem que experimentar!” Então pulei perto de Pillirina, a água estava mais fria do que eu imaginava, mas tão cristalina que dava para ver os dedos mexendo. Alguns fizeram snorkel; eu só fiquei boiando um pouco, olhando para o skyline de Ortigia com a catedral se destacando no meio. Tem algo em ver lugares conhecidos pelo mar que faz tudo parecer novo outra vez. No fim, voltamos devagar, o sol secando a gente antes mesmo de chegar à terra.
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