Comece seu tour privado pela Costa Amalfitana pelas ruas tranquilas de Ravello, explore o agito de Amalfi e prove doces fresquinhos. Aproveite um almoço típico em uma fazenda com vista para as falésias de Positano, depois caminhe pelas charmosas vielas antes do transporte te levar de volta ao hotel ou navio. Um dia cheio de momentos para guardar na memória.
O passeio dura quase o dia todo, com paradas em Ravello, Amalfi, almoço perto de Positano e tempo para explorar Positano antes de voltar.
Sim, o transporte privado busca você no hotel, estação de trem ou navio de cruzeiro.
Sim, o almoço em uma fazenda perto de Positano está incluído.
Sim, o passeio é acessível para cadeirantes, oferece cadeirinha para bebês e permite carrinhos e animais de serviço.
Você visita Ravello, Amalfi e Positano durante o dia.
Você passa cerca de uma hora em Ravello e Amalfi, além do tempo para o almoço e para explorar Positano.
Não há entradas pagas incluídas; o foco é explorar os centros históricos e pontos como as ruínas da Villa Rufolo.
O dia inclui transporte privado com busca no hotel ou navio, uma hora para explorar Ravello e Amalfi no seu ritmo, almoço tradicional em uma fazenda com vista para as colinas de Positano (com muita comida caseira), tempo para passear pelas coloridas ruas de Positano após o almoço — e o retorno para onde você precisar.
Chegamos em Ravello bem no despertar da cidade — os velhinhos já na rua com seus jornais, aquele começo de dia devagar que só a Itália sabe ter. Nosso guia, Antonio, que parecia conhecer todo mundo, apontou a catedral e contou uma história sobre Wagner ter se inspirado ali. Não sei se foi a luz ou o silêncio, mas os jardins das vilas pareciam quase mágicos. O ar trazia um leve cheiro de limão e café vindo de um barzinho minúsculo — não resisti e tomei um espresso antes de irmos espiar as ruínas da Villa Rufolo. Acho que tirei fotos demais das paredes antigas.
Amalfi estava mais movimentada — crianças correndo entre os turistas, sinos das igrejas ecoando pelas ruas estreitas. Tínhamos só uma hora, mas deu para dar uma passada rápida na catedral (os degraus são mais íngremes do que parecem). Antonio acenou para alguém vendendo doces; disse que a gente tinha que provar a sfogliatella dali, e não deu outra. Camadas crocantes e recheio de flor de laranjeira — até hoje lembro o sabor. É engraçado como cada esquina tem um cheiro diferente: brisa do mar perto do porto, e de repente incenso na porta da catedral.
A subida até Positano foi mais alta do que eu esperava — a cada curva, uma nova fatia do mar azul lá embaixo. O almoço foi numa fazenda chamada La Tagliata, lá no alto das colinas. A filha do dono trouxe pratos de massa caseira e legumes fresquinhos da horta; ela riu quando meu amigo tentou falar “melanzane”. Comemos ao ar livre, com galinhas cacarejando por perto e uma vista que deixou todo mundo em silêncio por um instante. Depois, caminhar pelas ruelas de Positano parecia entrar num sonho — cores por todo lado, roupas penduradas balançando no varal. No caminho de volta percebi que quase não tinha mexido no celular o dia todo.
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