Viva o lado selvagem da Islândia neste passeio de buggy saindo de Reykjavik — traslado do hotel incluso — acelerando por trilhas enlameadas com um guia local, parando para admirar a vista da baía de Faxaflói e picos vulcânicos. Prepare-se para o vento no rosto, botas sujas, risadas (e talvez um pouco de nervosismo) e aquela sensação de que a natureza é muito maior do que você imaginava.
Luva calçada, capacete meio torto — alguém está rindo (provavelmente de mim) enquanto tento ajustar a tira no queixo. Nosso guia, Jónas, sorri e nos chama, distribuindo a capa de chuva como se fosse doce. Está mais frio do que eu esperava, até para a primavera na Islândia, e consigo sentir aquele cheiro forte de terra molhada antes de entrarmos no buggy. O motor ronca para ligar — mais alto do que imaginei — e logo estamos saindo de Reykjavik, passando por casas com telhados coloridos e um céu indeciso entre garoa e sol.
O asfalto vira cascalho rápido demais. De repente, estamos só nós e um silêncio estranho entre os roncos do motor — aquele tipo em que você escuta a própria respiração dentro do capacete. Jónas grita algo sobre o lago Hafravatn, mas o vento leva metade das palavras. Pulamos poças (acho que até gritei uma vez), lama voando para todo lado. Paramos numa crista e ele aponta — lá está a baía de Faxaflói ao longe, toda prateada sob nuvens baixas, e a montanha Esja dominando a paisagem como se fosse dona do lugar. Não esperava me sentir tão pequeno aqui em cima.
Revezamos na direção — minhas mãos estão geladas, mas não ligo. A trilha sobe rumo ao pico Reykjavik; pedras cobertas de musgo passam rápido e de vez em quando sinto cheiro de enxofre (Jónas diz que Hengill é um dos sistemas vulcânicos mais ativos da Islândia — ele fala com orgulho). No topo, o silêncio domina por um instante — a vista é simplesmente enorme. Montanhas Bláfjöll de um lado, a cidade lá embaixo. Alguém tenta tirar uma selfie, mas desiste porque as luvas são muito grossas. Rimos disso durante todo o caminho de volta.
O passeio dura 1h30 no total, com cerca de 1 hora em trilhas off-road.
Sim, o traslado de ida e volta do hotel em Reykjavik está incluído na reserva.
Sim, é necessário ter carteira de motorista válida para dirigir o buggy.
Você receberá capacete, luvas, macacão, máscara de ski e capa de chuva — mas vista roupas quentes por baixo.
A idade mínima para passageiros é 6 anos; motoristas precisam ter carteira válida.
Não, o passeio de 1h30 inclui apenas o equipamento e o guia, sem refeições.
Esta atividade não é recomendada para gestantes ou pessoas com problemas na coluna ou no coração.
Seu dia inclui traslado do hotel em Reykjavik cerca de 30 minutos antes do horário marcado, todo o equipamento de segurança necessário como capacetes e capas de chuva (que você vai agradecer), além do acompanhamento de um guia local que conhece cada curva das trilhas nas montanhas, e o retorno ao hotel após o passeio.


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