Você vai atravessar paisagens vulcânicas selvagens saindo de Reykjavík com guia em alemão, sentir o spray da cachoeira Gullfoss no rosto, provar sorvete fresquinho direto da fazenda islandesa e assistir o gêiser Strokkur entrar em erupção a poucos metros. Caminhe pela antiga garganta de Þingvellir, onde a história é profunda — cada parada deixa sua marca.
Saímos cedo de Reykjavík, o ônibus rodando silencioso enquanto cruzávamos Hellisheiði — névoa envolvendo os campos de lava negra. Nossa guia, Anna, alternava entre histórias e piadas secas em alemão. Ela apontou como o musgo parecia veludo verde (tentei tocar depois — é macio, mas meio úmido). A primeira parada foi em Hveragerði: eu esperava um shopping comum, mas havia uma fenda no chão, resultado de um antigo terremoto. Todo mundo passou por cima e olhou para baixo; dava para sentir o calor geotérmico sutil sob os pés. Meio estranho, mas ao mesmo tempo aconchegante com cheiro de pão fresco vindo de algum lugar perto.
O passeio pelo Círculo Dourado seguiu — a próxima parada foi a cratera Kerið. O vento lá em cima não é brincadeira; quase perdi o cachecol enquanto tentava tirar uma foto. O fundo é azul profundo, cercado por terra vermelha. Voltamos para o ônibus rumo à cachoeira Gullfoss. Você ouve antes de ver — um trovão baixo que vai ficando mais alto conforme desce. O spray molhou meus óculos e tudo ficou embaçado por um instante (talvez por isso as pessoas fiquem tão maravilhadas). Anna nos deu tempo para explorar os dois estacionamentos; gostei de poder andar no meu ritmo.
Depois fomos ao gêiser Strokkur, em Haukadalur. Sempre tem uma multidão esperando ele entrar em erupção — todo mundo pula quando finalmente acontece, mesmo sabendo que vai acontecer. O cheiro de ovo podre domina o ar (enxofre, claro). Paramos na fazenda Efsti-Dalur II para tomar sorvete; dá para ver as vacas pela janela enquanto come. O meu tinha gosto de capim e leite — de um jeito bom? Tentei falar “skyr” direito, mas a Anna só riu.
Laugarvatn foi uma pausa rápida — vapor subindo nas margens do lago onde assam pão debaixo da terra. Depois chegamos a Þingvellir, um lugar que parece carregado de história. Caminhar pela garganta Almannagjá sabendo que ali o parlamento se reunia há séculos… fica na memória mais do que eu esperava. No caminho de volta a Reykjavík, fizemos um circuito pelo centro; se o estacionamento permitisse, a Anna deixava a gente descer perto da Hallgrimskirkja para fotos (a igreja é ainda mais impressionante de perto). Ainda penso naquele vento na Gullfoss — cortante e gelado, mas que desperta algo por dentro.
Sim, os horários são planejados para coincidir com a chegada da maioria dos cruzeiros no porto de Reykjavík.
O grupo tem no máximo 19 pessoas.
Sim, a guia fala alemão durante todo o passeio.
Sim, tanto a cachoeira Gullfoss quanto o gêiser Strokkur são paradas principais do roteiro.
Você pode comprar sorvete na fazenda Efsti-Dalur II e petiscos em algumas paradas pelo caminho.
Sim, bebês e crianças são bem-vindos; carrinhos podem ser acomodados se avisados com antecedência.
Não há busca no hotel; os horários são ajustados para passageiros do porto de cruzeiros em Reykjavík.
Se você usa cadeira de rodas, mas pode andar curtas distâncias para embarcar no ônibus, informe com antecedência; assentos especiais para bebês também estão disponíveis.
Seu dia inclui transporte em veículo com ar-condicionado pelo Círculo Dourado da Islândia saindo de Reykjavík, com comentários guiados em alemão em cada parada, incluindo a fenda sísmica em Hveragerði, cratera Kerið, cachoeira Gullfoss, área do gêiser Strokkur em Haukadalur, fazenda Efsti-Dalur II para degustação opcional de sorvete com vista para vacas através de janelas de vidro, além de paradas rápidas no lago Laugarvatn e na garganta Þingvellir antes de voltar passando pelo centro de Reykjavík com possível parada para fotos na igreja Hallgrimskirkja, se o estacionamento permitir.


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