Você vai navegar saindo de Labuan Bajo pelas ilhas selvagens de Komodo, fazer trilhas em morros íngremes para ver o nascer do sol em Padar, encontrar dragões de Komodo com guia local, nadar sobre jardins de corais e flutuar ao lado de arraias manta. As refeições são preparadas fresquinhas a bordo e as noites são embaladas pelo som suave das ondas — espere surpresas, momentos de silêncio e muito mais sal no cabelo do que você imagina.
O passeio dura 3 dias e 2 noites, começando na sexta de manhã e terminando no domingo por volta do meio-dia.
Sim, o transfer do hotel ou do aeroporto de Komodo em Labuan Bajo está incluso antes da saída.
Sim, todas as refeições estão incluídas: café da manhã, almoço, jantar, além de água mineral, café, chá e sucos à vontade.
Sim, há uma caminhada guiada para ver os dragões de Komodo como parte do roteiro.
Trilhas (Ilhas Kelor e Padar), snorkel (Gusung/Taka Makassar e Manta Point), visitas a praias e observação da vida selvagem.
Sim, todo equipamento de snorkel é disponibilizado para os hóspedes durante as paradas nas ilhas.
Sim, as cabines são compartilhadas e equipadas com ar-condicionado para maior conforto nas noites a bordo.
A taxa local está incluída; as taxas para visitantes estrangeiros são cobradas à parte e pagas no local.
Seu roteiro inclui transfer do hotel ou aeroporto em Labuan Bajo direto para o porto, onde você embarca em um tradicional barco phinisi para duas noites — com todas as refeições preparadas fresquinhas a bordo e bebidas ilimitadas como café e suco. Você recebe equipamento de snorkel, toalhas, acomodação em cabines com ar-condicionado, passeios guiados em cada parada incluindo a caminhada para ver os dragões de Komodo — e até pacotes de fotos e vídeos para não perder nenhum momento dessa aventura.
A primeira coisa que percebi foi o cheiro do sal no ar no porto de Labuan Bajo — meio forte, quase metálico. Nosso guia, Adi, acenou para a gente com um sorriso enorme e, antes que eu percebesse, estávamos subindo no barco phinisi de madeira com nossas mochilas. As cabines eram menores do que eu imaginava, mas, para ser sincero, eu estava distraído demais com a água — uma cor estranha entre turquesa e azul-marinho. Partimos na hora. Quando chegamos à Ilha Kelor para a primeira trilha, minha camiseta já estava grudando nas costas. A subida era mais íngreme do que parecia nas fotos (ninguém avisa isso), mas a vista... bem, eu só sentei no topo e deixei as pernas penduradas na beirada. O almoço estava melhor do que eu esperava — arroz simples com peixe, mas talvez tudo tenha um sabor mais intenso aqui.
Eu não acreditava muito que veríamos dragões de Komodo até que realmente vimos — um deles apareceu andando devagar enquanto seguíamos um ranger na Ilha Rinca (acho?), a língua dele mexendo como se estivesse nos testando. Alguém do grupo sussurrou “Jurassic Park” e, sim, por um instante foi exatamente essa sensação. Depois, na Ilha Kalong, milhares de morcegos voavam no pôr do sol — parecia uma nuvem viva. O jantar foi servido no convés, sob aquelas luzinhas antigas; todo mundo ficou em silêncio por um tempo, só o Adi que continuava contando histórias de quando cresceu por ali. Dormir no barco é uma paz estranha — o motor vai ficando só um zumbido e tudo que você escuta é a água batendo na madeira.
No dia seguinte, o despertador foi cedo demais (Adi bateu na nossa porta às 4h30), mas subir a Ilha Padar no escuro valeu cada passo sonolento. O sol nasceu atrás de três morros pontiagudos e, de repente, todas aquelas fotos do Instagram fizeram sentido — só que estava mais ventoso e meu cabelo voava para todo lado. Na Long Beach, tentei pegar um pouco daquela areia rosa na mão, mas a maior parte escapou pelos dedos; Li riu quando tentei falar “terima kasih” direito (provavelmente falei errado). Depois, no Manta Point, fiz snorkel e vi duas arraias manta passando tão perto que juro que uma delas me olhou nos olhos. Até hoje arrepia só de lembrar.
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