Com o aluguel de carro privado em Bandung, você define o ritmo — para para um café, experimenta comida de rua, passeia pelos campos de chá ou pelas ruas da cidade, sempre com um motorista local que conhece todos os atalhos. O ar-condicionado deixa o trânsito mais tranquilo. Prepare-se para risadas e paisagens que ficam na memória muito depois da viagem.
O carro acomoda até 5 passageiros e 1 a 4 malas padrão (24 polegadas).
A busca está incluída, mas há uma taxa extra de Rp. 100.000 para áreas como Lembang ou Cimahi, paga diretamente ao motorista.
A reserva padrão cobre até 12 horas dentro dos limites da cidade de Bandung.
Você vai viajar em um Terios, Avanza, Xenia ou modelo similar com ar-condicionado.
Sim, seu motorista profissional fala inglês.
Sim, o custo do combustível já está incluso na reserva.
Bebês são permitidos, mas devem ficar no colo de um adulto durante a viagem.
Há uma taxa extra: IDR50.000 por hora dentro da cidade ou IDR100.000 por hora fora dos limites.
Seu dia inclui busca no hotel ou local escolhido em Bandung (com taxas extras para algumas áreas afastadas), veículo com ar-condicionado como Avanza ou Terios para até cinco pessoas com espaço para bagagem, combustível incluso e um motorista simpático que fala inglês, que ajuda a planejar o roteiro e compartilha dicas para você curtir sem se preocupar com nada.
A primeira coisa que percebi foi como a cidade vai acordando — não de uma vez, mas aos poucos. Nosso motorista, Pak Dedi, acenou da direção de um Avanza brilhando, parado bem na porta do hotel. Ele tinha um sorriso tranquilo e logo nos ofereceu água mineral (não imaginei que ia precisar tão rápido — o ar de Bandung é uma mistura de fresco com umidade). Entramos, as malas espremidas entre a gente e as janelas meio embaçadas pelo frio da manhã.
Eu tinha rabiscado uma lista meio bagunçada: café em Dago, talvez Tangkuban Perahu se o céu abrisse, e com certeza um tempo para caminhar pela Rua Braga. Pak Dedi concordou e sugeriu começar por Lembang para evitar a multidão. Parecia conhecer cada atalho — às vezes passando por vielas tão estreitas que eu prendia a respiração. Em um momento, ele colocou um pop sundanês baixinho; o som misturava com o cheiro de cigarro de cravo que entrava pela janela entreaberta. A palavra-chave aqui é “aluguel de carro privado Bandung” porque, sinceramente, ter alguém local dirigindo deixa tudo muito mais tranquilo.
Parávamos onde dava vontade — uma vez para comer satay num quiosque na beira da estrada, onde o dono sorriu do meu jeitinho atrapalhado de pedir em Bahasa (acho que falei “frango” duas vezes sem querer). Outra vez só para ver a névoa passando pelos campos de chá enquanto Pak Dedi apontava onde o primo dele já trabalhou. Sem pressa, sem esperar outras pessoas — só a gente e o que chamava atenção naquele momento. É engraçado como, com um guia local, você logo começa a se sentir parte da cidade.
No fim da tarde, o trânsito apertou e esticamos as pernas perto do Gedung Sate antes de voltar. O carro estava sempre fresquinho — um alívio depois das calçadas pegajosas — e mesmo passando um pouco do horário, Pak Dedi deu de ombros e falou para não se preocupar (mas avisou sobre a taxa extra se passássemos muito do tempo). Ainda lembro daquela vista em Lembang; nada espetacular, só colinas verdes suaves sob nuvens pesadas. Às vezes, isso basta.

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