Você vai subir o Vulcão Pacaya saindo de Antigua com um guia local que conhece cada curva da trilha. Prepare-se para o ar fumegante, vistas de vulcões ao longe e momentos em que a Guatemala parece gigante ao seu redor. Transfer do hotel, entrada inclusa e bastante tempo para fotos ou só para respirar esse ar selvagem.
O passeio dura o dia todo, incluindo transporte de Antigua e cerca de 2,5 horas de caminhada no vulcão.
Não, o almoço não está incluso; leve seus próprios lanches ou comida para a trilha.
É recomendado ter preparo físico moderado; não é indicado para quem tem problemas na coluna ou no coração.
Sim, dá para ver fluxos de lava vermelha de pontos seguros ao longo da trilha, mas não é permitido chegar na cratera principal.
Sim, o transfer de ida e volta do hotel em Antigua está incluído na reserva.
Sim, as taxas de entrada ao Vulcão Pacaya estão incluídas neste pacote de passeio.
O guia é bilíngue, fala espanhol e inglês.
O vulcão fica a cerca de 25 km (15 milhas) ao sudeste de Antigua Guatemala, pela estrada.
O seu dia inclui transfer de ida e volta do hotel em Antigua Guatemala, todas as taxas de entrada ao Vulcão Pacaya, água mineral durante a caminhada para você não ficar sem hidratação, além de um guia bilíngue especialista que mantém o ritmo e responde todas as suas dúvidas.
“Você vai sentir o cheiro antes de ver,” sorriu nosso guia Luis, e ele estava certo — o ar perto do Vulcão Pacaya tem um toque quente, meio sulfuroso, que gruda na roupa. Mal saímos de Antigua e as janelas da van já ficaram embaçadas com a conversa animada de todo mundo. Tem algo mágico em ver três vulcões ao mesmo tempo — Agua, Fuego e Acatenango — que faz você se sentir pequenininho e sortudo ao mesmo tempo. O Luis ficava apontando qual era qual; eu só confundia (desculpa, Luis). A estrada é meio esburacada, mas curta (uns 25 km), e de repente você está ali, na base, com sua garrafinha de água na mão, animado e um pouco nervoso para a trilha que vem pela frente.
O começo foi mais tranquilo do que eu esperava — caminhos empoeirados entre areia vulcânica preta e umas árvores fininhas, meio queimadas, mas que ainda vivem. Crianças de uma vila próxima acenavam quando passávamos; uma delas até me ofereceu um cajado por alguns quetzales (aceitei, sem arrependimentos). O ritmo não é corrido. Parávamos às vezes só para recuperar o fôlego ou ouvir o vento balançando a grama seca. Em um momento, o Luis mostrou onde o vapor saía entre as pedras. Ele me deu um pedaço de lava fria — mais áspero do que eu imaginava, quase como pedra-pomes. Não chegamos até a cratera (muito perigoso), mas, sério? Ficar naquele platô, vendo a lava vermelha e laranja escorrendo devagar lá embaixo… até hoje fico pensando naquela vista.
O almoço foi só uns lanchinhos que levamos (nada de piquenique chique), mas não tem coisa melhor do que pão depois de duas horas subindo com cheiro de enxofre no nariz. Alguém tentou assar marshmallows num buraco quente; saíram meio queimados e todo mundo riu. Na descida, as nuvens chegaram rápido e o silêncio tomou conta, só o barulho dos nossos passos na pedrinha. De volta à van, minhas pernas estavam bambas, mas a cabeça leve — deve ser estar em um lugar tão bruto e cheio de vida.
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