Você vai remar de caiaque pela costa sul selvagem de Santorini com um grupo pequeno e guia local, parando para nadar e fazer snorkel nas praias Vermelha e Branca. Explore grutas escondidas e compartilhe um piquenique caseiro sobre as pedras. Prepare-se para risadas, ar salgado e momentos que vão ficar na memória muito depois da ilha.
A remada dura cerca de 3 horas pela costa sul.
O traslado de ida e volta pode ser solicitado por um custo extra.
Não precisa ter experiência; o passeio é para todos os níveis, ideal para iniciantes.
Você vai passar pela Praia Vermelha, Praia Kambia e Praia Branca.
Sim, o uso do equipamento de snorkel está incluído na reserva.
Inclui um piquenique leve com delícias caseiras locais durante a parada.
Você recebe uma bolsa impermeável e chapéu para o sol; só precisa levar roupa de banho, toalha, protetor solar e água.
O passeio oferece assentos especiais para bebês, mas não é recomendado para quem tem problemas cardíacos ou lesões na coluna.
Seu dia inclui todo o equipamento de caiaque e segurança, como colete salva-vidas (obrigatório), equipamento de snorkel para as paradas nas praias Vermelha e Branca, seguro completo, guia certificado que fala inglês durante todo o passeio, bolsa impermeável para seus pertences, chapéu para sol para emprestar se quiser, traslado de ida e volta do hotel (opcional, com custo extra), além de um piquenique leve com quitutes caseiros antes de voltar pela costa sul de Santorini.
O sabor do sal bate nos meus lábios antes que eu perceba o quanto nos afastamos da praia. Nossa guia, Maria, já está rindo de algo que alguém disse sobre remar em linha reta (que, sinceramente, é mais difícil do que parece). As falésias vulcânicas da costa sul de Santorini parecem até pintadas — listras vermelhas e brancas que não aparecem igual nas fotos. Passamos primeiro pela Praia Vermelha. A água é tão transparente que dá para ver cada ondulação na areia, e tem um cheiro mineral quente que eu não esperava.
Paramos perto de uma gruta onde a luz deixa tudo azul-esverdeado. Maria distribui os snorkels e sorri como se já soubesse o que vamos ver. Debaixo d’água, o silêncio só é quebrado pela minha respiração — peixes nadando entre as pedras, o sol refletindo nas escamas deles. Não sou muito bom nadador, mas o colete salva-vidas facilita flutuar e observar. Alguém tenta falar “Kambia” direito; Li ri quando eu tento falar em grego — provavelmente estraguei o nome.
Depois de um tempo, encostamos numa área de pedras brancas para o piquenique. Tem torta de queijo caseira, azeitonas, tomates que parecem ter gosto de sol (juro), tudo preparado pela tia de alguém na cidade. Sentado ali, com cabelo molhado e sal na pele, comendo com estranhos que começam a parecer amigos — essa foi a parte que mais me surpreendeu. Na volta, braços cansados mas felizes, fico olhando para trás, para a costa. Ainda lembro daquela vista às vezes quando fecho os olhos em casa.
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