Você vai deslizar pelas ruas medievais de Rodes e ao longo do Porto Mandraki num tour privado de Trikke—com um guia local mostrando muralhas antigas, praças animadas e vistas à beira-mar que a maioria perde a pé. Prepare-se para muitas risadas (e alguns tombos), histórias por trás de cada ponto e tempo para sentir a vibe local antes de voltar com memórias novas.
O passeio dura cerca de 3 horas do começo ao fim.
É um tour privado só para seu grupo e o guia.
Sim, todos recebem capacete para segurança.
Você vai conhecer o Porto Mandraki, Cidade Medieval de Rodes, Praça Hipócrates, Rua Sócrates, Fortaleza de São Nicolau, área do Museu do Aquário e muito mais.
Não há busca no hotel; mas há opções de transporte público próximas.
Não precisa de experiência, há instruções de segurança no início.
Sim, água engarrafada é fornecida durante o trajeto.
O guia tira fotos que são enviadas depois que você deixa uma avaliação no TripAdvisor.
Seu dia inclui o uso de uma scooter elétrica Trikke com capacete (mais seguro terceiro), água engarrafada quando precisar, fones claros para ouvir o guia mesmo com barulho da cidade, instruções de segurança antes de começar — e muitas fotos tiradas no caminho se você deixar seu feedback após o passeio.
Com as mãos firmes no guidão, balancei por uns três segundos até nossa guia, Maria, sorrir e me empurrar para frente — “Relaxa, todo mundo começa assim.” A scooter Trikke parecia estranha no começo, mas, sinceramente? É uma liberdade esquisita deslizar pelo Porto Mandraki com a brisa do mar no rosto e aquelas estátuas dos cervos Dama-Dama observando. Maria apontou onde supostamente ficava o Colosso de Rodes (eu imaginava algo bem maior), e passamos rápido pelos moinhos de vento e pela Fortaleza de São Nicolau enquanto os barcos de pesca tilintavam uns nos outros. O ar tinha aquele cheiro salgado que só se sente perto de portos de verdade em atividade.
Depois, entramos na Cidade Medieval — arcos de pedra nos engolindo, scooters zumbindo baixinho sobre os paralelepípedos antigos. As muralhas antigas se erguiam imponentes sobre nós. Tem algo em vê-las desse ângulo que faz a gente se sentir pequeno e sortudo ao mesmo tempo. Maria acenou para um senhor vendendo figos na porta de casa; ele respondeu sem tirar o ouvido da música do rádio. Paramos na Praça Hipócrates para fotos (ela insistiu em tirar uma em que eu fiquei especialmente desajeitado), depois seguimos por vielas que cheiravam levemente a carne assada e poeira. A Rua Sócrates estava mais movimentada do que eu esperava — lojas transbordando de bugigangas, vozes ecoando nas pedras.
Não imaginei que fosse rir tanto tentando falar “Panaghia Bourgou” — Maria só balançou a cabeça e disse, “Tá quase!” Paramos em frente à Mesquita Ibrahim Pasha enquanto ela explicava como as influências otomanas e venezianas se misturam aqui — sério, é impressionante quantas camadas esse lugar tem. Perto do Museu Arqueológico, parei por um instante só para sentir o silêncio — ou o que se pode chamar de silêncio com os pássaros voando e conversas distantes de um café próximo.
No final, passamos pelo Museu do Aquário — o mar parecia quase prateado com as montanhas da Turquia ao fundo — e alguém do grupo apontou para uma criança pulando daquela plataforma antiga na baía. O cheiro de protetor solar e comida frita vinha dos bares de praia perto dali. Maria nos ofereceu água engarrafada (super necessária) e disse que podíamos ficar para o happy hour se quiséssemos. Até hoje lembro daquele primeiro empurrão no Porto Mandraki — como eu estava nervoso — e de como, no fim, quase não quis devolver meu Trikke.
Pagamento seguro em viator.com

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