Você vai navegar de Kefalonia a Ithaca com um grupo pequeno, parando na Praia Gidaki para nadar e fazer snorkel em águas cristalinas antes de curtir um almoço grego tradicional na Baía Skinos. Pode experimentar stand-up paddle ou só relaxar no convés enquanto a equipe cuida de tudo — petiscos, bebidas e equipamentos inclusos. Se tiver sorte, ainda pode ver golfinhos.
O encontro é às 8h50 em frente ao iate no porto de Agia Efimia.
Sim, o almoço grego tradicional é servido a bordo durante o cruzeiro.
Sim, estão incluídos vinhos, cervejas, refrigerantes e água mineral.
Sim, o equipamento para snorkel é fornecido para os convidados nas paradas, como na Praia Gidaki.
O capitão pode ajustar as paradas dependendo do vento ou das condições para garantir conforto e segurança.
Sim, o WiFi gratuito funciona durante todo o cruzeiro.
Sim, o iate tem banheiro disponível.
O passeio sai por volta das 9h e volta depois das 17h — cerca de 8 horas no total.
Seu dia inclui encontro no porto de Agia Efimia com um skipper experiente, petiscos e frutas durante todo o trajeto, almoço grego tradicional servido a bordo com vinhos locais, cervejas e refrigerantes; uso do equipamento de snorkel e stand-up paddle; WiFi grátis; acesso a chuveiro de água doce; banheiro no barco; e paradas flexíveis para nadar escolhidas pelo capitão conforme o clima, retornando no fim da tarde.
O que me chamou atenção logo de cara foi a textura das cordas nas mãos — meio ásperas, quase salgadas. Nos encontramos em frente ao iate em Agia Efimia pouco antes das 9 da manhã, ainda meio sonolentos. Nosso capitão, Nikos, já sorriu e ofereceu café na hora (salvação). O barco era mais elegante do que eu esperava. No ar, um leve cheiro de protetor solar e algas, e alguém perto já ria de ter esquecido o chapéu. Eu não conhecia ninguém ainda, mas o clima era tranquilo — acho que é assim que as manhãs começam por aqui.
Partimos rumo a Ithaca com o vento aumentando e as velas estalando lá em cima. A primeira parada foi a Praia Gidaki — Nikos chamou de “paraíso”, e confesso que achei exagero até chegarmos perto. A água tinha aquele tom azul-esverdeado que só se vê em fotos de viagem (só que sem filtro). Pulei do lado do barco e imediatamente esqueci do resto — as pedrinhas no fundo eram lisinhas e geladas. Depois de nadar pela baía (não sou rápido), ficamos no convés com petiscos e frutas enquanto alguns tentavam avistar golfinhos — dessa vez não rolou, mas fica para a próxima.
O almoço foi na Baía Skinos, escondida entre pinheiros tão verdes que pareciam de mentira. A equipe serviu pratos gregos — souvlaki, saladas com azeite de sobra (do jeito que a gente gosta), pão com gosto de feito em casa. Alguém derrubou vinho e todo mundo riu; ninguém ligou. Tinha chuveiro de água doce a bordo para quem quisesse, mas a maioria só secou no sol. Em um momento, tentei remar de stand-up paddle por uns três minutos antes de cair na água — Nikos bateu palmas ironicamente e falou “esforço olímpico!”
O último mergulho na Praia Talaros foi mais tranquilo — talvez porque todo mundo já estivesse satisfeito ou meio sonolento de sol. A água ali era mais quente e suave (se é que faz sentido), com quase nenhum som, só o canto distante dos cigarras. No caminho de volta para Agia Efimia, a galera se esticou no convés ou conversou baixinho com uma cerveja na mão. Até hoje penso naquela imensidão de mar aberto — não tem foto que faça justiça.
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