Você vai provar pão fresquinho na vila de Badiauri, passear pelas ruas românticas de Sighnaghi com vistas incríveis do vale, degustar vinhos locais nas adegas de Kakheti e ficar em silêncio entre as antigas colunas das Crônicas da Geórgia, em Tbilisi. Com guia local cuidando de tudo (incluindo transporte e almoço), é um dia que fica na memória muito depois de acabar.
O passeio dura o dia todo, geralmente entre 10 e 12 horas, incluindo o deslocamento de Tbilisi.
Sim, o almoço está incluído, assim como a degustação de vinhos em duas adegas.
Você conhece a igreja e os jardins do Mosteiro de Bodbe, conhecido como o local de descanso da Santa Nino, com vistas tranquilas.
Sim, os visitantes podem aprender a fazer o pão tradicional georgiano em Badiauri e participar de uma aula de Churchkhela.
Sim, o tour inclui o transporte; confira os detalhes na reserva para confirmar os pontos de encontro.
Sim, há tempo para conhecer lojas de artesanato que vendem tapetes, cerâmicas e pinturas em Sighnaghi.
O guia fala inglês e russo; há suporte em áudio disponível em ambos os idiomas.
O dia inclui transporte com ar-condicionado e WiFi, busca no hotel ou ponto de encontro em Tbilisi, guia em inglês ou russo durante todo o passeio, degustação de chacha (aguardente georgiana), vinhos, mel e queijos em adegas e padarias locais — além de um almoço tradicional georgiano antes do retorno à noite.
"Prove isso," disse nossa guia Nino, me entregando um pedaço de pão quentinho direto do tandoor em Badiauri. Queimei um pouco os dedos, mas nem liguei — o cheiro da massa assando junto com o queijo fresco era irresistível. A padaria estava cheia de barulho, farinha por todo lado, e duas senhoras riam da minha tentativa desajeitada de modelar a massa. Nunca imaginei que dá pra aprender tanto sobre um lugar só pelo jeito que as pessoas te recebem com comida.
A estrada saindo de Tbilisi rumo a Kakheti parecia abrir uma janela — o ar ficou mais leve, as colinas se estendiam cobertas por vinhedos. No Mosteiro de Bodbe, o silêncio era tanto que eu quase sussurrei sem perceber. Só se ouvia o canto dos pássaros e o vento passando pelos ciprestes. Nino contou a história de Santa Nino (tem o mesmo nome que ela, sorriu) e por que aquele lugar é tão importante para os georgianos. Lá dentro, velas acesas misturavam o cheiro de cera com incenso — não esperava sentir nada, mas senti.
Sighnaghi era pura cor: varandas de madeira pintadas de azul e verde, velhinhos jogando cartas sob as parreiras. Andamos pelas ruas estreitas e subimos nas muralhas da cidade para admirar a vista do Vale do Alazani — campos em mosaico que se perdiam na névoa. O almoço foi num lugar simples; ainda lembro da salada de tomate e do sabor marcante do vinho depois de tanto andar. Li riu quando tentei dizer “madloba” (obrigado) em georgiano — provavelmente estraguei a palavra.
O dia terminou no monumento Crônicas da Geórgia, no alto de Tbilisi. Colunas gigantes de pedra contra um céu rosado, histórias gravadas na pedra — história que você pode tocar, meio avassalador, mas também tranquilo lá em cima. No caminho de volta, alguém começou a cantar baixinho no van; ninguém falou muito depois disso. Às vezes, viagens ficam na gente por motivos que só entendemos depois.

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