Você vai andar pelos salões espelhados cheios de histórias, passear pelos Jardins de Versailles onde a música sai das fontes, e entrar no mundo tranquilo de Maria Antonieta em seu domaine. Com ingressos inclusos e um guia que dá vida à história, esse passeio de um dia mostra a grandiosidade real e os cantinhos que a maioria dos visitantes nem percebe.
O tour guiado de dia inteiro dura cerca de 7 a 8 horas, incluindo o Palácio, Jardins, Grande Canal e Domaine de Maria Antonieta.
Sim, a entrada para o Petit Trianon e o Hamlet da Rainha está incluída no seu ingresso.
Não, os shows musicais nas fontes dos Jardins de Versailles geralmente são aos domingos; confira a data antes de reservar.
Sim, seu dia inclui todos os ingressos para o Palácio de Versailles, Jardins (com shows nas fontes quando disponíveis) e Domaine de Maria Antonieta.
O passeio envolve bastante caminhada pelos salões do palácio e pelos jardins extensos; não é recomendado para quem tem dificuldade de locomoção.
Sim, trens saem de Paris para várias estações próximas a Versailles; algumas linhas podem fechar em certas épocas, então verifique antes de viajar.
Carrinhos de bebê podem ser recusados na entrada do palácio devido ao espaço limitado.
Seu dia inclui entrada guiada no Palácio de Versailles — com acesso rápido aos aposentos reais e ao Salão dos Espelhos — além dos ingressos para os shows musicais nas fontes dos jardins (quando disponíveis) e para o Domaine de Maria Antonieta, com Petit Trianon e Hamlet da Rainha. Um guia local profissional acompanha todo o passeio; há opções de transporte público próximas para quem vem de Paris.
A primeira coisa que me marcou foi o som — centenas de sapatos batendo no mármore ao entrarmos no Palácio de Versailles. Nossa guia, Camille, nos chamou para perto e apontou para o teto dos aposentos do rei. Ouro por toda parte, mas sem exagero — parecia antigo e pesado, como se fosse parte daquele lugar. Tentei imaginar como seria viver num lugar onde até as maçanetas das portas parecem importantes. Passamos por salas que eram ao mesmo tempo grandiosas e meio claustrofóbicas, com tantos espelhos e cordões de veludo. O Salão dos Espelhos era mais iluminado do que eu esperava; a luz do sol refletia nos vidros e lustres até meus olhos lacrimejarem.
Do lado de fora, o cheiro era uma mistura leve de grama molhada (tinha chovido mais cedo), flores perfumadas e algo terroso vindo dos caminhos de cascalho. Camille contou sobre a obsessão de Luís XIV pelo controle — cada árvore nos Jardins de Versailles tinha seu lugar exato. Ela riu quando perguntei se os jardineiros ainda contam todas as 210 mil flores todo ano (pelo visto, não). Ficamos um tempo assistindo a um show de fontes — música ecoando sobre a água — e depois seguimos até o Grande Canal. Víamos famílias fazendo piquenique nos bancos, adolescentes tirando selfies perto de estátuas que parecem mais antigas que os Estados Unidos.
Não esperava sentir tanta coisa no Domaine de Maria Antonieta, mas caminhar pelo Petit Trianon foi surpreendentemente íntimo depois de tanto ouro. O Hamlet da Rainha parecia quase falso — tipo cenário de filme — mas aí você vê patos andando por ali ou alguém cuidando da horta atrás da cerca. Nosso grupo ficou em silêncio por um momento. Talvez fosse cansaço, ou talvez todos pensavam em como aquele mundo estava tão distante de Paris, a apenas meia hora dali. Ainda lembro daquela vista sobre o lago — luz suave sobre as casinhas de pedra — e fico imaginando com o que ela sonhava ali.
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