Você vai caminhar por vinhedos iluminados pelo sol perto de Avignon com um guia sommelier, provar tintos intensos em adegas antigas e vinícolas familiares, saborear um almoço provençal na praça da vila e ouvir histórias reais por trás de cada taça. Este tour de vinhos em Chateauneuf du Pape é mais que degustar — é sentir a essência do sul da França.
A viagem dura entre 30 minutos e 1 hora em cada trecho.
Você visita quatro domaines ou vinícolas diferentes durante o passeio.
Sim, o almoço é incluído em um restaurante tradicional com comida provençal.
Não, o guia não almoça junto durante a pausa.
Sim, transfers em veículo com ar-condicionado estão inclusos entre Avignon e Chateauneuf du Pape.
Não, não é recomendado para gestantes devido às degustações de vinho.
Recomenda-se um nível moderado de preparo físico para participar.
Seu dia inclui traslado com veículo com ar-condicionado saindo de Avignon, visitas privadas com degustações em quatro vinícolas diferentes de Chateauneuf du Pape (entre castelos grandiosos e vinícolas familiares), além de almoço em restaurante tradicional provençal antes do retorno confortável no fim da tarde.
Sempre ouvi falar dos vinhos de Chateauneuf du Pape, mas foi só ao pisar nos vinhedos ensolarados perto de Avignon que percebi o quanto eu realmente não sabia — além de que aquelas garrafas em casa sempre foram um presente especial. Nosso guia, Julien, chegou com uma energia tranquila (e um cachecol bem francês), e logo estávamos pisando nas pedrinhas entre as fileiras de videiras antigas. Ele pegou um punhado daquelas pedras redondas — galets roulés, como chamou — e explicou como elas mantêm as raízes quentinhas durante a noite. Tentei repetir em francês, mas só consegui fazê-lo rir. O ar tinha um cheiro leve de ervas, como tomilho selvagem e algo doce que não consegui identificar.
A viagem de Avignon durou uns 30 minutos, tempo suficiente para a paisagem mudar da cidade para colinas suaves com ciprestes e capelas pequenas espalhadas. Visitamos quatro domaines diferentes — um deles era um castelo antigo e imponente, com portas de adega rangendo e barris que pareciam mais velhos que eu. Outro era uma vinícola familiar; Madame Laurent nos serviu seu grenache e contou histórias das colheitas do avô, enquanto o cachorro dela dormia debaixo da mesa de degustação. Os vinhos tinham um sabor terroso e picante, bem diferente dos tintos de supermercado que eu conhecia. Difícil descrever o primeiro gole naquela adega de pedra fresca — meio apimentado, quase defumado? Minhas anotações estão bagunçadas, mas a lembrança é clara.
O almoço foi num bistrô na praça da vila — comida provençal de verdade, cheia de azeite, alho e tomates tão maduros que dava pra sentir o cheiro antes mesmo de chegar à mesa. O guia nos deixou para aproveitar a refeição (disse que é tradição), o que foi estranho no começo, mas depois ficou gostoso só ficar vendo os moradores chegarem para a pausa do meio-dia. Depois, caminhamos por ruas estreitas com janelas fechadas antes de nos encontrarmos para a última degustação numa adega antiga que parecia mais fria que o lado de fora, mesmo com o sol brilhando.
Não esperava me sentir tão conectado ao lugar e às pessoas — talvez seja o fato de beber o vinho onde ele nasce, ou talvez as histórias do Julien sobre a família dele colhendo uvas ali quando eram crianças. De qualquer forma, toda vez que abro uma garrafa de Chateauneuf du Pape, volto instantaneamente para lá. É engraçado como viajar faz isso com a gente.

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?