Desça sob Paris com ingressos com horário marcado e um guia especialista que vai te levar por túneis sombrios forrados de ossos. Fique diante do Barril da Paixão e entre em duas câmaras restritas que normalmente não recebem visitantes. Pelo caminho, histórias e detalhes dão vida ao Paris subterrâneo — uma experiência que fica na memória muito depois de você voltar à superfície.
Este tour já inclui ingressos com horário marcado para as Catacumbas de Paris.
Sim, este passeio dá acesso a duas câmaras restritas que normalmente ficam fechadas para visitantes.
Você encontra seu guia perto da entrada das Catacumbas, em Denfert-Rochereau.
O percurso passa por túneis irregulares; espere caminhar e subir escadas.
As Catacumbas são espaços fechados e cheios de ossos; pode ser desconfortável para quem tem sensibilidade ou claustrofobia.
Um guia especialista que fala inglês acompanha seu grupo pelas Catacumbas.
Você tem acesso guiado aos principais pontos, mais duas câmaras restritas, com ingressos reservados já inclusos.
Seu dia inclui encontro com o guia que fala inglês perto de Denfert-Rochereau, descida às Catacumbas de Paris com ingressos com horário marcado, visita a pontos famosos como o Barril da Paixão na Cripta da Paixão, acesso a duas câmaras restritas que quase ninguém conhece e tempo para explorar por conta própria antes de subir de volta à superfície.
Confesso que estava nervoso antes do passeio pelas Catacumbas de Paris. Tem algo estranho em saber que você vai andar por baixo da cidade, cercado por milhões de ossos… não é o típico programa de tarde em Paris. Encontramos nossa guia, Camille, perto de Denfert-Rochereau. Ela tinha um jeito calmo de falar que me deixou mais tranquilo, mesmo quando começamos a descer a escada em espiral (tantos degraus que meus joelhos ainda lembram). O ar mudou quase na hora — ficou mais fresco, úmido e com um cheiro meio terroso. Cheirava antigo, mas não de um jeito ruim. Era como se fosse realmente muito velho.
Os túneis parecem não ter fim lá embaixo. Camille explicou que as paredes foram escavadas há séculos para extrair calcário — e depois foram preenchidas com ossos quando Paris ficou sem espaço para seus mortos. É estranho ver crânios organizados em cruzes e arcos; me peguei sussurrando sem perceber. Em um momento, ela contou sobre um concerto à meia-noite que rolou ali — tentei imaginar a música ecoando entre toda aquela pedra e os ossos, e confesso que arrepiei.
Chegamos a um lugar chamado Barril da Paixão na Cripta da Paixão (provavelmente pronunciei errado em francês — Camille riu). Isso já foi incrível, mas aí um guarda apareceu com um chaveiro barulhento e abriu um portão de ferro pesado só para o nosso grupo. As câmaras restritas foram o que mais me marcou: salas silenciosas, intocadas, onde dá para sentir o peso da história. Pouca gente vê esses cantos em tours comuns pelas catacumbas.
Depois, tivemos tempo para explorar no nosso ritmo antes de subir de volta para a luz do dia — que parecia muito mais forte do que antes. Sempre que ouço o barulho do trânsito lá em cima, lembro daqueles corredores silenciosos; é como se existisse um outro mundo bem debaixo dos seus pés em Paris.

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