Você vai explorar vilas medievais da Alsácia como Eguisheim e Riquewihr, provar vinhos frescos na famosa Rota do Vinho e subir o Castelo Haut-Koenigsbourg com um guia local. Prepare-se para risadas com nomes difíceis, aromas de canela e uvas no ar, e momentos em que a história parece estar ao seu alcance.
O passeio dura o dia todo, com várias paradas em vilarejos, degustação de vinhos e visita ao Castelo Haut-Koenigsbourg.
Não, o almoço é por conta do participante; há tempo livre para escolher onde comer em Riquewihr ou em vilarejos semelhantes.
Sim, há uma sessão comentada de degustação de vinhos durante o dia na Rota do Vinho da Alsácia.
Sim, o ingresso para o Castelo Haut-Koenigsbourg está incluso na reserva.
O passeio inclui transporte em van com ar-condicionado, mas não especifica busca no hotel; confirme no momento da reserva.
Crianças são bem-vindas se acompanhadas por um adulto; menores de 4 anos não podem participar.
Não, por causa das ruas de paralelepípedo e das escadas no Castelo Haut-Koenigsbourg, não é recomendado para quem tem mobilidade limitada.
Você visitará Eguisheim ou vilarejo similar, além de Riquewihr; a parada em Eguisheim pode variar no inverno.
O dia inclui ingresso para o Castelo Haut-Koenigsbourg, guia motorista que fala inglês com comentários durante todo o passeio, transporte confortável em van com ar-condicionado, paradas para explorar vilarejos como Riquewihr ou Eguisheim (dependendo da temporada) e uma degustação de vinhos tranquila antes de voltar para Colmar à noite.
“Você nunca vai conseguir pronunciar ‘Riquewihr’ direito,” nosso guia Pierre sorriu enquanto saíamos da van bem no meio da vila — ele estava certo, até hoje não consigo. As pedras do calçamento estavam escorregadias por causa da chuva da noite anterior, e alguém por perto estava assando algo com canela (juro que o cheiro nos acompanhou a manhã toda). Começamos o passeio pela Alsácia saindo cedo de Colmar, ainda meio sonolentos, mas as casas enxaimel de Eguisheim logo nos despertaram — parecia que estávamos andando dentro de um cartão postal cheio de anotações.
Perdi a noção do tempo andando por Riquewihr. Um senhor vendia kugelhopf e piscou pra mim quando tentei falar meu francês enferrujado. O almoço era por conta da gente — alguns foram para uma varanda provar tarte flambée, eu só sentei perto das muralhas e fiquei vendo duas crianças correndo em círculos. O ar tinha cheiro de uvas fermentando e pedra molhada. Depois, Pierre nos chamou de volta para a van para seguir pela Rota do Vinho da Alsácia — ele apontava quais colinas produziam quais vinhos, mas eu só conseguia reparar no verde intenso ao redor. A degustação foi mais descontraída do que eu esperava; a vinícola serviu um Riesling que parecia uma mordida numa maçã gelada. Ela riu quando tentei adivinhar os sabores — pelo visto “com gosto de grama” nem sempre é elogio.
A subida até o Castelo Haut-Koenigsbourg quase me derrubou (tanta escada!), mas a vista lá de cima fez todo mundo ficar em silêncio por um instante. Era possível ver o vale inteiro sob uma névoa azul estranha — daquelas que te fazem sentir pequeno e sortudo ao mesmo tempo. Pierre contou histórias de batalhas e reis antigos; algumas ficaram, outras se perderam, mas até hoje lembro do silêncio dentro daquelas paredes grossas de pedra. Descemos devagar, bem mais do que subimos. Minhas pernas reclamaram por dias, mas valeu cada passo.

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