Você vai explorar as ruas sombrias de Philadelphia com um guia local que conhece cada história assustadora — do espírito inquieto de Betsy Ross às moedas travessas de Ben Franklin. Fique em frente a pontos assombrados como Carpenters’ Hall e Washington Square Park enquanto as histórias reais ganham vida ao seu redor. Se você curte uma noite onde a história parece viva (e talvez te observa), essa é a sua aventura.
O passeio dura cerca de 1h30.
Sim, todas as áreas e superfícies são acessíveis para cadeiras de rodas.
O roteiro passa pela Betsy Ross House, área do Independence Hall, Carpenters’ Hall, Christ Church, Bishop White House e Washington Square Park.
Sim, bebês e crianças pequenas podem ir em carrinhos ou cadeirinhas.
Não, o ponto de encontro é no centro da cidade, onde você encontra seu guia.
Não, todas as paradas são vistas do lado de fora enquanto ouvimos as histórias.
Um guia local certificado e experiente leva o grupo pelos pontos históricos da cidade.
Sua noite inclui uma caminhada guiada pelas ruas mais cheias de histórias de Philadelphia com um especialista local certificado, que conta lendas de fantasmas em cada ponto; todas as rotas são acessíveis para cadeirantes, para que todos possam curtir essa noite divertida explorando o lado assombrado de Philly e voltar para casa cheio de histórias para contar.
Já estávamos no meio da rua estreita de paralelepípedos quando nosso guia, Marcus, parou de repente e apontou para a Betsy Ross House. “Ela ainda está aqui,” disse, sem tentar parecer dramático. Senti um cheiro de madeira antiga misturado com algo doce — talvez flores da janela de alguém? — e por um instante parecia que o tempo se dobrava. Alguém do grupo sussurrou que viu uma cortina se mexer lá em cima. Eu não vi, mas, pra ser sincero, senti um arrepio na pele.
Enquanto caminhávamos para o Independence Hall, a cidade parecia outra à noite — mais silenciosa, mas não vazia. Marcus contou que as pessoas ouvem passos ecoando pelos corredores depois da meia-noite, como se os Pais Fundadores nunca tivessem partido de verdade. Ele riu quando alguém perguntou se ele já tinha ouvido também (“Só quando esqueço meu almoço lá dentro”). O Liberty Bell Center ficava logo ali, mas eram as histórias que faziam tudo parecer tão próximo — como se a história de Philly não fosse só datas e placas, mas algo quase palpável.
Tentei tirar uma foto do Carpenters’ Hall, mas meu celular deu uma travada rápida (provavelmente nada... ou será?). Paramos em frente à Christ Church, onde dizem que Ben Franklin ainda joga moedas nas pessoas — Marcus jura que já viu uma moeda rolando morro acima ali. Começava a esfriar; alguém passou um café quente de um carrinho próximo e o vapor subia sob a luz dos postes. A Bishop White House parecia comum até Marcus mencionar luzes piscando e passos misteriosos lá dentro — não sei se acredito em fantasmas, mas não parei de olhar por cima do ombro.
Washington Square Park foi nossa última parada. Parecia tranquilo sob as árvores, mas saber que é um local de enterro em massa mudou minha percepção. Ficamos em silêncio enquanto ouvíamos histórias de aparições fantasmagóricas entre os bancos. Mesmo depois de nos despedirmos e voltarmos para as áreas movimentadas de Philly, continuei pensando naquele silêncio — e como alguns lugares guardam seus segredos muito depois de todos irem embora.
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