Você vai caminhar pelo bairro Soulard em St. Louis com um guia local que não esconde o passado turbulento de crimes reais — espere histórias da máfia, duelos famosos perto de Bloody Island, fotos históricas na mão e risadas inesperadas entre relatos sombrios. O passeio termina perto do mercado público mais antigo da cidade, deixando você com uma visão totalmente nova de St. Louis.
Seu dia inclui todas as taxas para o passeio guiado pelo histórico Soulard — com paradas em casas e mercados notórios — além de bastante tempo para perguntas antes de terminar perto do Soulard Farmer’s Market.
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St. Louis Soulard: Tour a Pé de Crimes Reais, Máfia e DueloVocê está aqui★ 4.95 (83)1hUS$ 30
St Louis: Tour a Pé pelo Centro e História de Dred ScottExplore o centro de St. Louis em um tour a pé em grupo pequeno — conheça a história de Dred Scott, visite a Old Cathedral, caminhe pelo calçadão do rio e aproveite um ponto de encontro fácil.★ 4.56 (110)2hUS$ 89Ver › “Ele morreu bem ali,” disse nossa guia, apontando para um canto ao lado de uma parede de tijolos rachada que eu provavelmente teria passado centenas de vezes sem notar. Acho que foi o jeito como ela falou — como se esperasse que o fantasma do cara ainda estivesse escondido atrás das lixeiras. O ar cheirava a chuva e cerveja velha do bar Molly’s, onde começamos, e, sinceramente, não esperava rir tanto numa tour de crimes reais. Mas de algum jeito, essa mistura de histórias pesadas com o humor seco da guia fez tudo parecer... estranhamente vivo? Como se Soulard estivesse rindo junto com a gente.
Andamos por essas ruas estreitas, passando por antigas casas de madeira e pelo mercado — o Soulard Farmer’s Market, que dizem ser o mais antigo a oeste do Mississippi (confirmei depois no Google). Os tijolos eram irregulares sob meus pés e, em alguns momentos, me peguei olhando por cima do ombro, esperando que algum gângster do passado surgisse de um beco. A guia carregava uma pasta surrada com fotos granuladas — ela abria justo quando contava sobre algum duelo, motim ou tiroteio da máfia. Uma história sobre Bloody Island até me arrepiou; juro que dava pra quase ouvir ecos se você prestasse atenção.
Teve uma hora que paramos em frente a uma casa com janelas desgastadas, e alguém do grupo perguntou se algum desses fantasmas já apareceu de verdade. A guia só sorriu e deu de ombros — “Depende de quantos drinques você tomou no Molly’s.” Gostei que ela não tentou deixar tudo muito assustador ou dramático; foi sincera, às vezes até direta sobre o que rolou ali. O passeio parecia mais uma conversa com alguém que realmente conhece (e talvez ame) a história complicada da cidade do que um roteiro decorado.
Até hoje penso naquele trecho final perto do mercado — a luz já estava dourada e suave, gente gritando ao longe nas barracas enquanto a gente ouvia histórias de motins e vidas perdidas. Não era nada glamouroso, mas ficou comigo mais do que imaginei. Talvez porque dá pra sentir o peso e um calor estranho de todas aquelas histórias antigas que ainda pairam em Soulard.
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