Você sai do terminal de cruzeiros de Sitka com uma e-bike, mapa local, capacete e dicas de quem conhece cada atalho. Pedale no seu ritmo pelo ar perfumado de cedro — sem pressa — parando onde quiser. Com suporte disponível se precisar, é só aproveitar as paisagens ou seguir o cheiro da padaria até a hora de voltar.
O ponto de retirada é na Kings E-Bike Rentals, dentro do Terminal de Cruzeiros de Sitka.
A Kings E-Bike Rentals oferece as RAD Runner 2, com bateria para mais de 45 milhas.
Sim, cada aluguel inclui um capacete ajustado ao seu tamanho.
Você recebe mapas da cidade e trilhas com rotas recomendadas pela equipe, conforme seus interesses.
Sim, há suporte e reparo disponível durante todo o período do aluguel.
Cadeirinhas especiais para bebês podem ser fornecidas mediante pedido.
As RAD Runner 2 têm autonomia de mais de 45 milhas por carga.
Sim, há opções de transporte público próximas ao terminal de cruzeiros.
Seu dia inclui aluguel de e-bike com assistência no pedal, capacete ajustado, cadeado resistente, cesta grande para bagagem, mapas detalhados da cidade e trilhas marcados pela equipe, além de suporte para reparos durante o aluguel, com devolução no terminal de cruzeiros ao final do dia.
“Já andou numa dessas antes?” Foi o que o cara da Kings E-Bike Rentals me perguntou enquanto eu ajeitava o capacete meio sem jeito (nunca tinha). A loja fica bem no Terminal de Cruzeiros de Sitka — super fácil de achar, mesmo se você estiver meio grogue de jet lag. O pessoal parecia mais vizinho do que funcionário de aluguel; eles realmente perguntaram pra onde queríamos ir e quanta energia tínhamos. Eu gaguejei algo tipo “não quero suar demais”, e eles riram. Me deram um mapa da cidade e começaram a marcar uns pontos, tipo o Totem Park e uma padaria que vende uns pãezinhos de cardamomo (não achei, mas agora virou obsessão).
A e-bike RAD Runner 2 parecia mais robusta do que eu imaginava, mas quando comecei a pedalar, ela deslizou fácil. Teve um momento subindo uma ladeira — ainda com cheiro de chuva no ar — e percebi que nem estava ofegante. Dá pra ouvir corvos nos galhos e o cheiro de cedro molhado domina tudo. O guia (na verdade, um local gente boa que nos ajudou) me mostrou como usar a assistência do pedal pra não fritar as pernas nas subidas. Ele conferiu a altura do banco duas vezes — acho que percebeu que não sou exatamente um ciclista profissional.
Ficava parando pra tirar foto porque Sitka é daqueles lugares onde você pisca e a luz muda tudo. Às vezes as nuvens abriam e surgia um azul intenso atrás das montanhas — tentei capturar, mas a câmera do celular não faz justiça. A cesta atrás era perfeita pra guardar a jaqueta de chuva quando o tempo abriu (por uns cinco minutos). E se você se perder ou precisar de ajuda, eles dão um número pra ligar — super tranquilo, já que meu senso de direção é meio duvidoso.
Devolver a e-bike no fim foi estranho — já tinha me apegado àquele motorzinho zumbindo sob mim. Se está pensando em alugar uma e-bike em Sitka, não pense demais. Vai. Eu ainda lembro daquele trecho silencioso à beira da água, onde só se ouve o giro das rodas e talvez um hidroavião decolando longe atrás.
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