Você vai explorar as ruas sombrias de Nashville com um guia local que dá vida a histórias de fantasmas e lendas—desde assombrações presidenciais no Capitólio até relatos assustadores em Printer’s Alley e Skull’s Rainbow Room. Prepare-se para rir e sentir arrepios enquanto visita igrejas históricas e ouve histórias reais que ficam na memória.
Sim, as histórias são apropriadas para todas as idades e para toda a família.
O tempo não é especificado, mas o passeio cobre vários pontos históricos do centro a pé.
Sim, as taxas governamentais já estão incluídas na reserva.
Você vai conhecer o Tennessee State Capitol, igrejas católicas históricas, Printer’s Alley e Skull’s Rainbow Room.
O tour não é recomendado para quem tem dificuldades de mobilidade ou condições de saúde específicas, como lesões na coluna ou gravidez.
Não, o foco é na caminhada e nas histórias nos locais assombrados, sem refeições incluídas.
Os guias misturam fatos históricos com lendas locais e relatos de crimes reais em Nashville.
Sua noite inclui caminhadas guiadas por pontos assombrados no centro de Nashville—como o Tennessee State Capitol e Printer’s Alley—com todas as taxas governamentais inclusas. Um guia local compartilha lendas assustadoras e história real durante o percurso; não há transporte ou refeições incluídas, então use sapatos confortáveis e prepare-se para histórias de arrepiar.
Já imaginou se uma cidade pode parecer assombrada antes mesmo do sol se pôr? Foi essa sensação que tive quando estávamos do lado de fora do Tennessee State Capitol, e nosso guia já começava a contar histórias de espíritos inquietos antes mesmo de começarmos a andar. O ar estava pesado—úmido, claro, mas também com uma energia diferente, como se algo estivesse prestes a acontecer. Percebi um leve cheiro de grama cortada misturado com pedra antiga, e alguém perto de mim brincou sobre arrepios. Nosso guia, Marcus (que nasceu aqui), apontou para os degraus do Capitólio e disse: “É aqui que o presidente Polk está enterrado—ou quase isso.” Parece que tem um mistério sobre o reenterro dele que explica por que ainda aparecem sombras à noite. Eu não esperava me importar com o fantasma de um presidente, mas de algum jeito aquilo me pegou.
Depois seguimos para a igreja católica mais antiga de Nashville. As sinos tinham acabado de tocar quando chegamos—ficou um silêncio estranho depois, como se a cidade prendesse a respiração. Marcus contou sobre funerais da Guerra Civil que aconteceram ali dentro, e como algumas pessoas dizem ter visto figuras sombrias durante a missa. Tentei imaginar a cena: a luz das velas tremulando nas colunas de pedra, talvez um vento frio passando no seu pescoço quando ninguém está por perto. Alguém do grupo sussurrou que sentiu algo atrás; ri, mas não parei de olhar para trás.
Printer’s Alley era mais agitada—letreiros de neon piscando, música escapando dos bares mesmo numa noite de semana. Mas quando Marcus começou a falar sobre antigos speakeasies e clubes de burlesco, o lugar mudou de clima. Ele contou sobre um saxofone que toca depois da meia-noite, quando não tem ninguém por lá (quase torci para ouvir). No Skull’s Rainbow Room, ele falou do assassinato de David “Skull” Schulman em 1998—e dizem que ele nunca saiu dali. O bartender acenou pra gente pela janela; juro que as luzes piscaram bem quando Marcus mencionou o Skull vigiando o bar. Talvez coincidência, talvez não—até hoje penso nisso quando escuto jazz tarde da noite.
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