Você vai de Nashville a Graceland em um Tesla ou Sprinter privativo com motorista local que conhece todos os atalhos e histórias do caminho. Para para um café da manhã típico no sul em Jackson, explora a casa do Elvis no seu ritmo e curte blues ao vivo na Beale Street antes de voltar. Não é só transporte — é como levar um pedacinho do coração do Tennessee com você.
Seu dia inclui transporte privativo ida e volta de Nashville com busca no hotel, tempo de espera em cada atração para você não se sentir pressionado, além de água mineral, refrigerantes, lanches leves e champanhe ou cerveja/whisky para maiores de 21 anos disponíveis na caixa térmica durante o trajeto. Ingressos e refeições não estão inclusos, mas você terá tempo para comer nas paradas.
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Ler todas as avaliações ›“Já viu portas abrindo assim?” nosso motorista sorriu, acenando para as portas asa de borboleta do Tesla enquanto carregávamos as malas em frente ao hotel em Nashville. Mal terminei meu café e já estávamos deslizando pela estrada — bancos de couro macios, janelas grandes para ver o céu mudando da névoa da cidade para o verde do Tennessee. O carro tinha um cheiro leve de estofado novo e daquele mix de snacks que alguém guardou na caixa térmica (peguei uma ginger ale só porque podia). Não é todo dia que você vai para Memphis com um nativo de Nashville que realmente se importa se você está confortável — ele até colocou umas músicas antigas do Sun Studio para a viagem.
Paramos no Casey Jones Village em Jackson para o café da manhã — biscoitos tão fofinhos que quase desmanchavam, e uma lojinha cheia de canecas do Elvis e trenzinhos de brinquedo. Tentei agradecer com a boca ainda cheia (não foi meu melhor momento). De volta à estrada, parecia que o tempo se esticava e dobrava de novo; em um instante estávamos rindo das placas na beira da estrada, no outro já havíamos chegado em Graceland. O ar estava quente e pegajoso e, sinceramente, ver aqueles portões de verdade me impactou mais do que eu esperava. Nosso motorista distribuiu garrafinhas de água antes da gente se separar para o tour — ele sabia exatamente quanto tempo deixaríamos lá sem pressa.
Depois de Graceland, rolou aquele silêncio no carro, ninguém falou nada — só a luz do sol de Memphis piscando pelo para-brisa. Mais tarde, no Sun Studios, nosso guia mostrou onde Elvis gravou sua primeira música; ela bateu o anel no pedestal do microfone como se fosse um ritual secreto. Depois passeamos pela Beale Street — guitarra blues escapando pelas portas, fumaça de churrasco envolvendo as luzes de neon. Não sei se foi a música ou só estar ali juntos, mas aquela hora ficou marcada pra mim.
A volta foi mais lenta, talvez porque ninguém queria que acabasse ainda. Passamos pela Pyramid e pelo Lorraine Motel sem parar — nosso motorista apontou silenciosamente, como se soubesse o peso daquelas histórias, mas não quisesse quebrar o clima. Tinha mais lanches na caixa térmica (champanhe também, se você tiver mais de 21), mas a maior parte do tempo só ficamos olhando o Tennessee passar até Nashville surgir do nada. Ainda penso naquela vista às vezes — só céu e lembrança.
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