Você vai remar calmamente pela reserva de Merritt Island com um grupo pequeno, observando peixes-boi ameaçados de perto e golfinhos caçando por perto. Seu guia local vai contar histórias enquanto vocês avistam aves e, quem sabe, até jacarés. Encontros tranquilos e bem próximos — às vezes dá até para sentir a respiração deles — com todo o equipamento de caiaque incluso para começar fácil.
O passeio de caiaque dura cerca de 2 horas na Reserva Nacional de Merritt Island.
Sim, o caiaque, remo, colete salva-vidas (PFD) e luz de segurança estão todos inclusos.
Não há transporte do hotel; o encontro é no ponto de partida perto de Merritt Island.
Bebês devem ficar no colo de um adulto; é recomendada uma condição física moderada para os participantes.
Você pode avistar golfinhos, pelicanos, gaviões, colhereiros, caranguejos-ferradura e possivelmente jacarés.
Leve roupas que possam molhar, sapatos de água ou sandálias, toalha para depois, e água ou lanches, se quiser.
Sim, há opções de transporte público próximas ao local de encontro.
Não é necessário ter experiência; os guias ajudam os iniciantes durante o passeio.
Seu passeio de 2 horas inclui todo o equipamento de caiaque — remo, colete salva-vidas (PFD), luz de segurança — e a orientação de um guia local experiente que conhece cada canto da reserva de Merritt Island. Você terá tempo para flutuar entre peixes-boi e buscar golfinhos, com várias paradas para fotos ou para simplesmente aproveitar no seu ritmo antes de voltar juntos para a margem.
Li já estava esperando ao lado dos caiaques quando chegamos, acenando com aquele sorriso fácil típico da Flórida. “É melhor deixar os sapatos aqui,” disse, apontando para meus tênis. A areia estava fresca e um pouco macia sob meus pés — não era o que eu esperava para uma manhã em Merritt Island, mas fez sentido quando deslizamos para a água. Ela me entregou um remo e sorriu: “Pode ficar tranquilo, os peixes-boi são super tranquilos.” Acho que ri mais alto do que devia.
Eu já tinha lido sobre esse passeio de caiaque com peixes-boi e golfinhos antes de vir para a Flórida, mas não imaginava que seria tão silencioso ali. Só o som suave dos remos cortando a água e, de vez em quando, um barulho estranho vindo de perto — descobri que é o som que os peixes-boi fazem quando sobem para respirar. Um deles até deu um empurrãozinho no meu caiaque (mais um toque lento do que um impacto), e Li só acenou com a cabeça, como se aquilo fosse rotina. Ela contou que eles são chamados de “vacas do mar”, mas vendo eles deslizando sob a superfície, pareciam mais nuvens cinzas flutuando na água cor de chá. Teve um momento em que tudo ficou parado, só o som distante de gaviões ao longe — até hoje lembro disso.
Seguimos remando entre os manguezais, o sol começando a esquentar nas nossas costas. Li apontou golfinhos pescando perto dali — dava para ver as nadadeiras cortando a água, perseguindo algo que a gente não via. Um pelicano pousou quase batendo no caiaque do meu amigo; ele quase largou o remo de tanto rir. Também vimos colhereiros, todos cor-de-rosa contra o verde das plantas, e até um caranguejo-ferradura andando na água rasa (quase não vi). Parecia menos um passeio e mais um rolê com alguém que conhece cada cantinho dessas águas.
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