Comece tirando fotos na famosa placa de Las Vegas antes de seguir para o deserto aberto, onde as cores vibrantes de Seven Magic Mountains e a chance de ver carneiros selvagens no Lake Mead esperam por você. Com grupo pequeno e guia local, explore a usina da Hoover Dam, visite o centro de exposições, atravesse a barragem e termine com a vista da Memorial Bridge — tudo com almoço e transporte do hotel incluídos.
Este tour de meio dia dura cerca de 6 horas, incluindo paradas em Seven Magic Mountains, mirante do Lake Mead, Hemenway Park e Hoover Dam.
Sim, o transporte de ida e volta está incluso para hotéis selecionados na Strip de Las Vegas e regiões centrais próximas.
Sim, a entrada inclui tour oficial guiado pela Usina da Hoover Dam e acesso ao Centro de Exposições.
Inclui um almoço estilo deli, água engarrafada e um lanche leve durante o dia.
O tour em grupo pequeno é limitado a 13 pessoas por van de 14 lugares para maior conforto.
Sim, crianças podem participar, mas menores de 6 anos precisam usar cadeirinha ou assento elevatório conforme a lei.
Não é garantido, mas geralmente há chance de avistar carneiros selvagens descansando no parque durante a parada.
As áreas da Hoover Dam são parcialmente acessíveis para cadeirantes; entre em contato com o operador para necessidades específicas antes da reserva.
O dia inclui transporte de ida e volta de hotéis selecionados em Las Vegas, ingressos para o tour oficial da Usina e o Centro de Exposições da Hoover Dam, água engarrafada, lanche leve e almoço deli, além do conforto da van em grupo pequeno.
Não esperava que a placa Welcome to Fabulous Las Vegas fosse parecer tão... retrô de perto. Nosso guia, Mike, brincou sobre quantas fotos de casamento ele já tirou ali (felizmente, não a dele), e o grupo riu quando o chapéu de alguém voou com o vento. Era cedo, mas já estava quente — aquele ar seco típico de Nevada que deixa os lábios parecendo papel. Tiramos nossas fotos, desviamos de alguns imitadores do Elvis e voltamos para a van, achando que seria só mais um “bate-volta para Hoover Dam saindo de Las Vegas”. Mas a experiência foi bem mais surpreendente.
A viagem saindo da cidade parecia tirar camadas — os cassinos dando lugar a uma paisagem aberta. Quando chegamos em Seven Magic Mountains, aquelas pedras coloridas empilhadas pareciam até falsas no meio de tanto mato seco. Tentei fazer uma foto artística, mas acabei pegando minha sombra em quase todas. Mike explicou o motivo da obra (algo sobre “expressão criativa no deserto”, que soou meio vago, mas perfeito). A tinta já estava desbotando em alguns pontos por causa do sol e do vento; dava para sentir o cheiro de poeira misturado com algo doce de um refrigerante derramado perto dali. Depois, paramos no Hemenway Park na esperança de ver carneiros selvagens — vimos dois descansando sob uma árvore, como se fossem donos do pedaço. Mal nos olharam.
Lake Mead brilhava em azul pela janela enquanto nos aproximávamos da Hoover Dam. Ficou um silêncio quando saímos para o mirante — parecia que todo mundo percebeu o tamanho da obra de uma vez. O tour oficial pela usina era mais frio que o lado de fora; concreto por todos os lados, máquinas zumbindo baixinho, sentia até no peito. A guia, Carla, contou histórias da construção durante a Grande Depressão — o avô dela trabalhou ali, o que deu um toque especial para a visita. O Centro de Exposições estava cheio de fotos antigas e ferramentas curiosas; perdi a noção do tempo lendo sobre quem veio morar aqui só por causa do trabalho.
Depois do almoço, caminhei pela própria Hoover Dam (nos deram sanduíches simples, mas que caíram muito bem). O vento lá em cima era cortante, quase assobiando entre as paredes. Alguns tiraram selfies na Memorial Bridge; eu fiquei só olhando a luz do sol refletindo na água lá embaixo. Pensei em tudo que mudou desde que essa obra foi feita, e como algumas coisas — tipo ficar quieto com estranhos admirando aquela imensidão — continuam iguais.
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