Você vai entrar na história de Las Vegas na Graceland Wedding Chapel com uma cerimônia tradicional ou renovação de votos — com limusine privativa saindo do seu hotel e uma consultora dedicada que deixa tudo leve e especial. Flores frescas, fotos profissionais (mesmo se você não curte câmera) e uma cerimônia íntima, seja com dois ou trinta convidados. É simples, mas emocionante — você vai sorrir lembrando disso por dias.
A capela acomoda até 35 convidados sem custo extra.
Sim, limusine privativa ida e volta do seu hotel na Strip ou centro para até seis pessoas.
Sim, com aviso prévio, é possível realizar cerimônias em português, francês, espanhol, alemão ou japonês.
Sim, os casais devem obter a licença no Las Vegas Marriage License Bureau antes da cerimônia legal.
Sim, bebês e crianças pequenas podem ir em carrinho durante a visita.
Sim, animais de serviço são aceitos na Graceland Wedding Chapel.
Sim, tanto o transporte quanto a capela são acessíveis para cadeirantes.
Não, câmeras pessoais e equipamentos de vídeo não são permitidos durante a cerimônia.
Seu dia inclui limusine privativa ida e volta do seu hotel na Strip ou centro para até seis pessoas, cerimônia tradicional ou renovação de votos conduzida por ministro ou oficial licenciado na Graceland Wedding Chapel (a mais antiga da Strip), buquê de rosas frescas e boutonnière combinando, fotos profissionais com opção de vídeo digital conforme o pacote, além de uma pasta para guardar sua certidão de casamento como lembrança.
A primeira coisa que percebi foi como o neon da Las Vegas Boulevard refletia nas paredes brancas da capela — parecia uma bênção daquela energia elétrica única que só essa cidade tem. Nosso motorista (acho que o nome dele era Tony) chegou na hora certa com uma limusine preta brilhante, e, pra ser sincero, fiquei mais nervoso do que esperava. Meu parceiro apertou minha mão tão forte que quase ri. A Graceland Wedding Chapel é menor do que parece nas fotos — aconchegante, sem ser apertada — mas dá pra sentir quantas histórias já aconteceram ali. As flores tinham cheiro de verdade, nada artificial ou exagerado. Tem algo nas rosas frescas que acalma quando você já está meio ansioso.
Dentro, nossa consultora de casamentos — a Maria — explicou tudo sem parecer uma lista de tarefas. Ela até ajeitou a gravata do meu parceiro antes de entrarmos (ele nunca admitiria que precisava). Há um silêncio na capela pouco antes de você entrar no corredor; ouvi alguém rindo do lado de fora e, de repente, só o som do meu próprio coração. Nada de imitador do Elvis pra gente — só uma cerimônia simples, que parecia perfeita. O ministro falou devagar, do jeito que até minha avó, assistindo pela live, conseguiu acompanhar de casa. É engraçado, sempre imaginei esse momento como algo grandioso, mas ali, sob aquela luz suave e com só as pessoas mais próximas, parecia exatamente do tamanho certo.
O fotógrafo capturou a gente rindo depois que quase deixamos cair as alianças (minhas mãos tremiam), e depois mostrou uma foto onde estamos meio atônitos e felizes ao mesmo tempo. Quando saímos para a luz do sol de novo, parecia cena de filme — a limusine esperando. Não fizemos nada extravagante depois; só voltamos para o hotel com o buquê e a pasta da certidão no meu colo, tentando absorver tudo. Ainda lembro daquela pausa antes das portas se abrirem e como fui grato pela voz tranquila da Maria guiando a gente.
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