Você vai dirigir um carrinho elétrico réplica do Model-T de 1908 por Galveston no seu ritmo, seguindo mapas autoguiados para esculturas de árvores e arte de tartarugas marinhas. Espere encontrar moradores simpáticos, muitas risadas (e talvez alguns olhares curiosos), além de tempo para parar onde quiser — do Pleasure Pier aos cantinhos tranquilos perto do Seawall.
Seu dia inclui o uso de um carrinho elétrico réplica do Model-T de 1908 (para 5 ou 8 pessoas) pelo tempo escolhido — 2, 3, 4 horas ou o dia todo — com mapas autoguiados que destacam as esculturas de árvores e as artes das tartarugas marinhas em Galveston. Animais de serviço são permitidos e assentos especiais para bebês podem ser fornecidos se necessário; o transporte público também fica bem perto.
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Ler todas as avaliações ›Já imaginou como é passear pelas ruas de Galveston em algo que chama a atenção de todo mundo? Eu também não, até entrar nesse carrinho elétrico Model-T de 1908, que é uma verdadeira peça rara. Os bancos tinham aquele toque macio de vinil aquecido pelo sol (não grudava, era perfeito), e quando apertei a buzina pela primeira vez, saiu um “ahooga” engraçado que fez dois adolescentes de bicicleta caírem na risada. Mal tínhamos começado e já nos sentíamos parte do teatro diário da cidade.
Na retirada, pegamos um dos mapas gratuitos — a atendente no balcão (acho que se chamava Maribel?) marcou alguns pontos que valiam a pena “se perder”. Então fomos ziguezagueando pelo distrito histórico, passando pelas esculturas de árvores que todo mundo comenta. Algumas ainda tinham vestígios de sal das marcas do furacão Ike, o que parece estranho, mas dava para sentir o cheiro se chegasse perto. Teve uma escultura de pelicano perto de uma varanda antiga onde um casal acenou para a gente. Sem pressa, sem roteiro fixo — só nós e o som tranquilo das rodas no paralelepípedo.
Pensei que só íamos até o Seawall e voltar, mas seguimos adiante — lá no fundo dava para ver o Pleasure Pier, o ar misturado com cheiro de camarão frito vindo de uma barraca próxima. O Model-T não é rápido (não espere correr), mas, para ser sincero, isso faz parte da diversão. Em um momento, minha amiga tentou pronunciar “Kemp Ridley” depois de ler sobre as esculturas de tartarugas marinhas no mapa — a Li riu tanto que quase deixou o celular cair. Acabamos estacionando sob umas palmeiras meio tortas, comendo sanduíches da caixa térmica e só observando as pessoas passarem. Não sei por que isso ficou na minha memória até hoje.
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