Você vai caçar a aurora boreal em Fairbanks com um guia que conhece todos os melhores lugares (e estradinhas secretas). A van é quentinha, tem lanches pra manter a energia e fotos profissionais grátis pra você curtir sem preocupação. Prepare-se para esperar, rir, sentir um friozinho — e viver aqueles momentos de cor que ficam pra sempre na memória.
A duração varia conforme a atividade da aurora e o local; o tour se adapta para aumentar suas chances de ver as luzes.
Sim, lanches e água são oferecidos durante todo o passeio.
Sim, o passeio inclui transporte em veículo com ar-condicionado; confirme os detalhes do pickup com o operador.
Não precisa de equipamento especial; a fotografia profissional é feita pelo guia gratuitamente.
Sim, o tour oferece assentos especiais para bebês e é acessível para todos os níveis de mobilidade.
Sim, animais de serviço são bem-vindos durante o passeio.
Sua noite inclui transporte em veículo aquecido saindo de Fairbanks (com paradas nos melhores pontos), fotos profissionais grátis para você aproveitar sem se preocupar, além de muitos lanches e água para manter a energia até o retorno tarde da noite.
“É só isso?” Lembro de ter sussurrado, tremendo um pouco dentro da van perto de Fairbanks. Nosso guia, Alexei, só sorriu e apontou para o céu — ficou quieto no começo, o que me deixou meio nervoso (e, pra ser sincero, duvidando se ia rolar mesmo). Mas aí uma faixa verde clarinha começou a piscar no céu. Parecia até coisa de filme. O ar estava gelado e puro — dava pra sentir o frio no rosto. Alguém atrás de mim soltou um suspiro tão alto que todo mundo riu. Foi quando Alexei já começou a montar o tripé pra fazer as fotos grátis (ele é rápido quando a aurora aparece). Tentei tirar uma foto com o celular, mas… melhor deixar pra ele mesmo.
Dentro da van estava quentinho — graças ao aquecedor — e tinha lanche espalhado por todo lado (acho que comi umas três barrinhas de cereal antes da meia-noite). Alexei ficava de olho no app do tempo e falava baixinho sobre “caçar” a aurora; às vezes a gente dirigia mais longe se ele achasse que as luzes iam estar melhores em outro lugar. Ele conhecia todas aquelas estradinhas escondidas fora de Fairbanks, onde o silêncio era tanto que dava pra ouvir o barulho da bota na neve. Em uma parada, alguém tentou falar “aurora boreal” em russo e Alexei quase engasgou de tanto rir do chá.
Eu não esperava que a espera fosse tão parte do tour da aurora em Fairbanks — horas passavam com só estrelas no céu. Mas de repente tudo muda: o verde vira roxo ou vermelho por um instante, e você fica ali, boquiaberto, meio sem acreditar. As fotos que ele tirou até hoje estão na minha geladeira. Às vezes ainda penso naquele silêncio lá fora — não vazio, mas cheio de um jeito só dele.
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