Você vai passear pelo centro de Boise provando batatas locais, chouriço basco, petiscos italianos feitos por chefs e chocolates artesanais, enquanto ouve histórias do guia e conhece gente da cidade. Prepare-se para risadas na Boise Fry Company, surpresas artísticas na Freak Alley Gallery e momentos que ficam na memória muito depois da última mordida.
O passeio dura uma tarde e passa por vários pontos no centro de Boise.
Sim, as degustações estão inclusas em cada parada, como batatas fritas, chouriço, petiscos italianos e chocolate.
Informe suas restrições alimentares no momento da reserva para que possamos tentar atender.
Sim, todas as áreas e superfícies são acessíveis para cadeiras de rodas, incluindo opções de transporte próximas.
Sim, a entrada em locais como o Basque Museum & Cultural Center está incluída no ingresso.
A experiência começa no Cecil D. Andrus Park, no centro de Boise.
Água engarrafada está incluída para os participantes durante as caminhadas entre as paradas.
Sim, crianças são bem-vindas, mas precisam estar acompanhadas por um adulto; bebês podem ir em carrinhos.
Sua tarde inclui todas as degustações — batatas na Boise Fry Company, chouriços bascos no Ansots, petiscos escolhidos pelo chef no Acero, chocolates artesanais — e as entradas para lugares como o Basque Museum & Cultural Center. Um guia local simpático acompanha todo o passeio; água engarrafada é fornecida para você não precisar se preocupar em levar a sua.
“Prove a roxa — é minha preferida,” nosso guia sorriu, oferecendo uma batata frita como se fosse um segredo entre amigos. Acabávamos de sair do Capitólio do Estado de Idaho (que, curiosidade, é aquecido por água geotérmica — não esperava isso), e já dava para sentir o cheiro de batatas fritando por perto. A próxima parada era a Boise Fry Company. Nunca imaginei que me importaria em saber a diferença entre uma Russet e uma Yukon Gold, mas mergulhar aquelas batatas crocantes naquele ketchup de mirtilo estranho e delicioso fez eu repensar tudo que sabia sobre batatas. O lugar estava cheio de locais na hora do almoço; alguém com um moletom da Boise State nos cumprimentou como se fôssemos cúmplices.
O caminho entre os pontos era metade aula de história, metade observação das pessoas. Nossa guia — Sarah? Ou seria Sara sem ‘h’? — apontava os prédios antigos de tijolos na North 6th Street e brincava dizendo que os dias de fronteira de Boise não eram tão selvagens quanto Hollywood mostra. Ela nos levou direto ao Basque Block, onde o clima mudou: dava para ouvir o tilintar dos copos no Bar Gernika e sentir o cheiro de chouriço grelhado que escapava para a calçada. Dentro do Basque Museum & Cultural Center, rolou um momento de silêncio quando um senhor mais velho nos cumprimentou em Euskara (tentei repetir e ele sorriu educadamente). Foi como dar um passo lateral no tempo por um instante.
Ainda penso naquele chouriço do Ansots — picante, defumado, nada gorduroso — servido por alguém que parecia fazer aquilo há séculos. Depois fomos para a Freak Alley Gallery, que me surpreendeu de verdade. Os murais estão por toda parte: camadas de spray sobre tijolos, uns rostos de desenho estranho te encarando. Alguns artistas trabalhavam enquanto passávamos; um deles com fones de ouvido mal percebeu nossa presença. Tem algo em ver a arte sendo criada ali na rua que dá vontade de pegar uma lata de tinta e tentar também (não se preocupe, não fiz isso).
Quando chegamos ao Acero para um petisco italiano (algo com pimentões assados e queijo que até hoje não consigo pronunciar), meus pés já estavam cansados, mas minha cabeça cheia de histórias. A última parada foi no The Chocolat Bar — chocolate amargo com sal marinho que derretia rápido na mão, porque estava mais quente do que eu esperava para a primavera. Nos despedimos sob aquelas árvores antigas no Andrus Park; ninguém queria ir embora tão cedo. Então, se você quer um passeio em Boise que realmente pareça Boise — e não só mais um roteiro de lista — esse é o seu dia.
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