Explore as 1000 Islands de barco com um guia local, conheça os corredores cheios de história do Boldt Castle e suba no Farol de Rock Island para vistas incríveis. Aproveite um almoço picnic no convés enquanto navios passam e ouça histórias que dão vida a esse trecho do rio St. Lawrence — é mais especial do que você imagina.
Não é necessário passaporte para esse cruzeiro turístico saindo de Clayton, NY — mesmo passando por águas dos EUA e do Canadá.
O passeio sai e retorna ao endereço 39611 Chateau Lane, em Clayton, Nova York.
Sim, um almoço picnic é incluído e preparado para cada reserva. Você pode confirmar sua escolha com a Clayton Island Tours antes do passeio.
Sim, os ingressos para Boldt Castle e Farol de Rock Island estão incluídos na sua reserva.
O tempo exato varia, mas você terá tempo suficiente para explorar o Boldt Castle e o Farol de Rock Island com calma.
Sim, o transporte é acessível para cadeirantes e adequado para todos os níveis de condicionamento físico.
Sim — bebês e crianças pequenas podem ir em carrinhos durante o passeio.
Uma jaqueta leve (o tempo muda rápido), sapatos confortáveis para caminhar nas paradas, câmera ou celular para fotos — e um pouco de curiosidade.
Seu dia inclui cruzeiro turístico de barco saindo de Clayton com embarque no Chateau Lane, ingressos para Boldt Castle na Heart Island e Rock Island Lighthouse State Park (com acesso para subir no farol), além de um almoço picnic preparado por reserva — tudo guiado por um naturalista local que conta histórias durante o trajeto antes de levar você de volta à cidade com conforto.
Confesso que achava que as 1000 Islands eram só um monte de pedras com árvores em cima. Mas, parado no cais em Clayton, NY, com o café ainda quente na mão, percebi o quanto estava enganado. O rio tinha um som baixo pela manhã — gaivotas chamando, motores de barcos ligando em algum lugar do outro lado da água. Nossa guia local (acho que o nome dela era Carol?) acenou pra gente ao embarcar e começou a contar como dá pra cruzar para o Canadá aqui sem nem pensar — sem precisar de passaporte nesse passeio de barco, o que ainda me parece meio surreal.
O cruzeiro parecia uma viagem dentro da história de outra pessoa. Passamos por ilhas que pareciam saídas de cartões-postais antigos — algumas com aquelas “casas de veraneio” que na verdade são mansões de outro tempo. A Carol apontou um lugar onde uma família faz café da manhã com panquecas para os vizinhos todo julho; ela sorriu dizendo que nunca foi convidada, mas continua na esperança. Quando chegamos na Heart Island para visitar o Boldt Castle, o ar tinha um cheiro leve de pedra molhada e grama depois da chuva da noite anterior. Entrando no castelo, dava pra sentir o coração partido de George Boldt naquelas salas inacabadas — tem algo em ver uma história de amor interrompida que fica marcada na gente.
O almoço foi simples, mas caiu super bem — uma caixa de picnic que comemos ali mesmo no convés, enquanto observávamos navios enormes (“lakers” ou “saltys”, dependendo de quem pergunta) deslizando pelo rio a caminho de sabe-se lá onde. Depois, paramos no Farol de Rock Island. A subida foi mais íngreme do que eu esperava (minhas pernas ainda lembram disso), mas a vista lá de cima? Ventosa, clara e estranhamente silenciosa, mesmo com todo mundo conversando lá embaixo. Tem também um museu pequenino na casa do faroleiro; tentei imaginar como seria passar um inverno ali — acho que não aguentaria até novembro.
Na volta, passando por baixo das grandes pontes, a Carol contou sobre o tio dela que pescava esturjão por aqui “antes de virar moda”. Ela riu quando alguém perguntou se ela já tinha pescado algo maior que ela (ainda não). O céu não parava de mudar — o sol aparecia entre as nuvens por um instante, depois voltava a ficar cinza — e eu fiquei desejando que pudéssemos ficar flutuando um pouco mais antes de voltar para Clayton.
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