Você vai entrar no El Palacio Andaluz, em Sevilha, para um show de flamenco cheio de emoção e suor — com um jantar autêntico andaluz e visita ao Museu do Traje Flamenco antes do espetáculo. Prepare-se para rir com os locais, provar um xerez que fica na boca e sentir arrepios quando Carmen dominar o palco.
Os shows geralmente começam às 19h ou 21h30; a entrada para o museu é 30 minutos antes do horário marcado.
Sim, o jantar andaluz faz parte da experiência durante o show de flamenco.
Fica perto do centro histórico de Sevilha; o endereço exato é enviado após a reserva.
Sim, pratos vegetarianos estão disponíveis se avisar no momento da reserva.
O show de flamenco dura cerca de 1h30; a visita ao museu é 30 minutos antes.
O ingresso inclui transporte de ida e volta com um tour panorâmico por Sevilha sem custo extra.
Sim, todas as áreas e superfícies são acessíveis para cadeirantes.
Sim, mas bebês devem ficar no colo dos adultos; é indicado para todas as idades.
Sua noite inclui transporte de ida e volta com tour panorâmico por Sevilha, entrada no El Palacio Andaluz para um show de flamenco ao vivo e visita imersiva ao Museu do Traje Flamenco antes do espetáculo, além de um jantar andaluz autêntico servido na mesa enquanto os melhores artistas da Espanha dominam o palco.
Confesso que fiquei meio nervoso para acompanhar o ritmo com palmas. Acabávamos de entrar no El Palacio Andaluz, em Sevilha, e o lugar já exalava cheiro de flor de laranjeira e algo fritando — talvez croquetas? Nossa guia, Marta, entregou os ingressos sorrindo e disse: “Não se preocupe se não conseguir acompanhar o ritmo. Apenas sinta.” Então tentei. Primeiro visitamos o museu — vestidos de veludo atrás do vidro, lantejoulas brilhando na luz baixa. É impressionante como um tecido carrega tanta história. Toquei numa das mantas (provavelmente não podia) e parecia que estava tocando velhas histórias.
Quando nos sentamos para jantar, meu estômago já fazia mais barulho que o violão se aquecendo nos bastidores. As tapas não paravam de chegar — o jamón salgado na língua, azeite espalhado por tudo — e tinha um xerez local que parecia raio de sol engarrafado. Em certo momento, um casal na nossa mesa começou a cantarolar junto com a música que vinha de trás da cortina. A maioria ao redor eram famílias espanholas; um senhorzinho piscou pra mim quando tentei dizer “gracias” com a boca cheia.
Então as luzes caíram. O primeiro sapateado foi mais forte do que eu esperava — parecia um trovão no peito. Os dançarinos se mexiam tão rápido que quase perdi o movimento das mãos no ar. Marta se inclinou e sussurrou sobre os “palos” — os diferentes estilos do flamenco — mas eu só conseguia olhar para os rostos deles: orgulhosos, intensos, às vezes de repente suaves. Teve uma parte em que fizeram Carmen (a ópera), só que no estilo flamenco — não esperava arrepiar, mas arrepiou. Até hoje lembro daquele momento.
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