Você vai rodar Korcula num minibus aberto com um guia local, provando vinhos raros como Pošip e Grk em três vinícolas bem diferentes — entre elas vinícolas familiares e uma cooperativa animada. Espere mel caseiro, azeite, risadas com erros de idioma e vistas de tirar o fôlego das baías e vinhedos que vão ficar na memória.
O tour dura cerca de quatro horas, saindo às 11h e retornando por volta das 15h.
Sim, o traslado gratuito está incluído para hotéis a até 5 km da cidade de Korcula.
Você vai provar variedades locais como Pošip, Grk, Rukatac, Plavac Mali, além de licores e mel.
Não há almoço completo, mas são oferecidas degustações de vinhos, mel, azeite, geleias e doces caseiros.
Sim, o tour é acessível para cadeirantes e conta com assentos infantis especiais, se necessário.
O roteiro passa pelos vinhedos da região de Smokvica, vilarejos do interior, área de Lumbarda para as uvas Grk e o mirante da baía de Pupnatska Luka.
Você vai visitar três vinícolas: duas pequenas propriedades familiares e uma cooperativa.
Crianças podem participar, mas a degustação de vinhos é só para maiores de 18 anos; bebês devem ficar no colo dos adultos.
Seu dia inclui traslado do hotel em até 5 km da cidade de Korcula, seguido de passeio de minibus panorâmico com guia. Você vai degustar vinhos em três vinícolas diferentes — experimentando Pošip, Grk, Rukatac — e aproveitar mel, azeite, licores e doces caseiros antes de voltar após quatro horas explorando o coração da ilha.
Eu não fazia ideia do que esperar de um tour de vinhos em Korcula — só sabia que tinha ouvido falar do Pošip e do Grk, e, pra ser sincero, a ideia de andar num minibus aberto parecia divertida demais pra perder. Quando nosso guia Marko chegou (pontual, o que me surpreendeu para o ritmo da ilha), ele nos recebeu com um sorriso fácil e um aceno que parecia de alguém que já conhecíamos. O ar tinha um cheiro leve de ervas silvestres enquanto cruzávamos os vinhedos de Smokvica, que pareciam um patchwork. Eu ficava pensando na luz batendo nas paredes de pedra — meio ofuscante, mas linda.
A primeira parada foi numa pequena vinícola familiar, onde a mãe do dono serviu nossos copos com um orgulho discreto. Tentei falar “hvala” e ela riu — acho que do meu sotaque. Provamos o Pošip ali, gelado e com um toque ácido no primeiro gole, quase salgado como a brisa do mar que vinha de algum lugar perto. Também teve mel caseiro, que grudou nos meus dedos mais do que eu esperava. Marko contou histórias sobre vinhas antigas que estão sumindo e como o Rukatac fica cada vez mais raro. Eu não fazia ideia de que o vinho podia carregar tanta memória e saudade.
Seguimos por vilarejos tranquilos, onde roupas secavam balançando nas vielas estreitas — um senhor acenou, como se fizesse isso todo dia. Na vinícola cooperativa, o clima era mais animado: tilintar de taças, rádio tocando uma música folclórica ao fundo. Provar o Grk ali foi diferente — quase arenoso na língua (Marko explicou que só cresce no solo de Lumbarda). Na descida para a baía de Pupnatska Luka, todo mundo ficou em silêncio por um instante — a baía se abriu do nada lá embaixo. Ainda penso naquela vista às vezes, quando estou em casa olhando para o azulejo da cozinha.

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