Você vai navegar de Zadar até ilhas tranquilas em grupo pequeno, nadar em baías cristalinas e explorar vilarejos que a maioria dos turistas nem conhece. Bebidas caseiras e equipamento para snorkel estão inclusos — e você vai trocar histórias com seu guia local enquanto aproveita o sol do Adriático.
O passeio dura várias horas, com paradas em Ošljak, Lukoran na ilha de Ugljan e na baía de Frnaža antes de voltar para Zadar.
Sim, todos os convidados têm acesso ao equipamento de snorkel durante o passeio.
Sim, são oferecidas bebidas geladas como água mineral, refrigerante, chá gelado e licores locais caseiros a bordo.
As paradas comuns são na ilha de Ošljak, na vila de Lukoran na ilha de Ugljan e na baía de Frnaža, dependendo das condições do mar.
Não, o almoço não está incluído; porém, são servidas bebidas e petiscos leves durante o trajeto.
O passeio é feito em grupos pequenos para garantir uma experiência mais íntima, diferente dos barcos maiores.
Não há transporte do hotel; a saída é do porto ou marina de Zadar.
Sim, é adequado para todos os níveis de preparo físico e há assentos especiais para bebês, se necessário.
Seu dia inclui bebidas geladas como água mineral e chá gelado, além de licores locais caseiros servidos a bordo; uso do equipamento de snorkel; paradas na ilha de Ošljak, vila de Lukoran na ilha de Ugljan e baía de Frnaža; bastante tempo para nadar ou relaxar à beira do mar antes de voltar para Zadar sob o sol da tarde.
O tilintar suave dos copos acompanhava nosso afastar do porto de Zadar — nada sofisticado, só o som das garrafas na caixa térmica e alguém rindo enquanto passava protetor solar. O Adriático estava azul demais para ser real. Nosso guia, Marko, tinha aquele jeito descontraído típico dos croatas — apontou para Ošljak à frente, dizendo que é uma das menores ilhas habitadas da região. Eu nunca tinha ouvido falar. A brisa trazia um cheiro levemente salgado, mas também de pinho, algo que eu não esperava.
Ancoramos em Ošljak depois de uns trinta minutos (perdi a conta), e cada um foi fazer o que quis. Alguns foram direto para a água — fria, mas revigorante — enquanto eu caminhei por uma trilha rodeada de flores silvestres e casas de pedra antigas. Uma senhora estendia roupa e sorriu quando tentei dizer “dobar dan”. Acho que ela entendeu? Do outro lado do canal dava para ver Zadar, todo dourado e meio embaçado pela luz do fim da manhã.
Depois seguimos para Lukoran — uma vila minúscula na ilha de Ugljan onde o tempo parecia passar devagar. Ficamos uma hora lá; alguns nadaram de novo (a baía era calma, quase um espelho), outros ficaram sentados no muro à beira-mar tomando um chá gelado caseiro que o Marko trouxe. Ele passou uma garrafa de um licor artesanal e avisou para não beber rápido demais, a menos que a ideia fosse cochilar no convés. Eu provei; queimava um pouco, mas tinha gosto de alecrim e casca de cítrico.
A última parada foi na baía de Frnaža para snorkel. A água era tão transparente que dava para ver peixinhos prateados nadando entre as pedras, e mesmo para quem não é muito bom nadador (como eu), só flutuar ali já era uma sensação de paz. No caminho de volta, ninguém falava muito — só aquele cansaço gostoso depois do sol e do mar. Marko apontava pequenas ilhas enquanto passávamos; até hoje às vezes me pego pensando naquela vista.
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