Você vai deslizar pelo Rio Peñas Blancas numa balsa inflável com um guia local, observando macacos e garças pelo caminho. Tem uma parada na fazenda do Don Pedro para um café forte e lanches caseiros — além de histórias sobre a vida no campo na Costa Rica. Inclui transporte entre La Fortuna e Hotel Tabacón para você curtir o dia sem preocupações.
O tempo exato não é especificado, mas espere algumas horas incluindo a parada na fazenda do Don Pedro.
Sim, o transporte de ida e volta está incluído para hotéis entre La Fortuna e Hotel Tabacón pela Rota 142.
Sim, você vai receber lanches caseiros na fazenda do Don Pedro — incluindo café e quitutes locais.
Sim, crianças são bem-vindas acompanhadas por um adulto. Cadeiras especiais para bebês estão disponíveis.
Recomenda-se levar sua própria garrafa de água como parte da prática ecológica do passeio.
Seu dia inclui transporte de ida e volta do hotel (se estiver hospedado entre La Fortuna e Hotel Tabacón), acompanhamento completo com um guia local que conhece cada curva do Rio Peñas Blancas, além de lanches caseiros — pense em café forte da Costa Rica e queijo fresco — na fazenda do Don Pedro antes de voltar para a água.
A primeira coisa que percebi foi o silêncio — só o som suave da nossa balsa tocando a água e alguns pássaros distantes se mexendo nas árvores. Nosso guia, José, ficou quieto no começo (acho que queria que a gente prestasse atenção). O ar tinha um cheiro de verde, se é que dá pra explicar — como folhas molhadas e um toque doce por baixo. A gente foi deslizando pelo Rio Peñas Blancas, de olho em macacos ou quem sabe um bicho-preguiça. Quase não vi um pequeno garça-azul até o José apontar com aquele sorriso orgulhoso dele.
Esperava que o safari na balsa fosse mais agitado, tipo um tour, mas foi bem mais tranquilo, quase preguiçoso de um jeito bom. Às vezes ficávamos parados enquanto o José contava como o rio muda depois da chuva forte ou por que as árvores se inclinam sobre a água. Ele falou da fruta preferida da avó dele (guaba?) e me deu uma para experimentar. Tinha um gosto meio de baunilha com capim — não sei se tô vendendo bem, mas gostei. Minhas mãos ficaram pegajosas depois.
Paramos na fazenda do Don Pedro para um lanche — café tão forte que parecia zunir nos meus ouvidos, queijo fresco em tortillas quentinhas e um pão doce que eu não consegui pronunciar (a Li riu quando tentei falar em espanhol — provavelmente detonei). Don Pedro nos chamou com um gesto largo, falando de cana-de-açúcar e chocolate como se fossem velhos amigos. Tinha lama por todo lado da chuva da noite anterior, mas ninguém ligou. O sol apareceu justo quando íamos sair, iluminando tudo por um instante antes de se esconder de novo atrás das nuvens. Ainda penso naquele trecho silencioso do rio às vezes.

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